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Meteorologia


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Quando é que esta merda vai passar? Já estou farto de ter quebras e picos de luz.. Se não fosse a UPS acho que o meu PC já tinha rebentado lol.

MAs onde é que tu estás? Em Coimbra?

Nopes, Loja do Cidadão, balcão da EDP. :-..

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Bem, não tenho luz desde manhã, o telhado está pior do que eu pensava, pois para além das telhas que voaram tenho muitas rachadas. O meu vizinho para além dos estragos idênticos aos meus, ficou sem 2 pinheiros enormes (não, não eram do cu) literalmente arrancados pela raiz, um deles tinha uns 10 metros de altura. Fdx...

cool.png

Um amigo meu está sem luz desde o meio dia. Ele vive na Madalena. És dessa zona?

E também acho que deves tirar fotos dos pinheiros harhar.gif

Ah pouco ia para aspirar o carro ao Elefante Azul e estava fechado porque a cobertura tinha dobrado toda smile.png

Em Massamá vi várias árvores arrancadas ! Ao pé de mim só se vê os caixotes do Lixo no meio da rua !

O H vem antes do A 14.gif
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MAU TEMPO

Homem de 85 anos morreu hoje em Abrantes projetado pela força do vento

Um idoso morreu hoje com um traumatismo craniano em Carreira do Mato, Abrantes, após ter sido projetado para o chão pelo portão de casa, impelido pela força do vento.

Em declarações à agência Lusa, a responsável pela Proteção Civil de Abrantes e presidente da autarquia local, Maria do Céu Albuquerque, disse que o indivíduo, de 85 anos, ainda foi alvo de tentativas de reanimação, sem sucesso.

"Ao ser projetado pelo portão de casa, impelido pela força do vento, o senhor, com 85 anos, caiu mal e bateu com a cabeça no chão não reagindo às tentativas de reanimação", disse aquela responsável.

Em Abrantes, até às 13:00 de hoje, Céu Albuquerque apontou para dezenas de vias obstruídas pela queda de árvores de pequeno, médio e grande porte, duas casas destelhadas pela força do vento, cortes de luz em várias localidades, aluimento de terras e barreiras e desabamento de algumas casas que estavam em pré ruína.

O distrito de Santarém registou até às 13:00 de hoje 386 ocorrências relacionadas com o mau tempo, a maioria das quais foram quedas de árvores, informou o comando distrital de Operações (CDOS) de Santarém.

"No total registámos 386 ocorrências transversais a todo o distrito", disse à Lusa o Comandante Distrital Joaquim Chambel.

O maior número de situações incidiu na queda de árvores (311) seguida da queda de estruturas (52), desabamentos e deslizamentos de terras (10), quedas de cabos (nove) e ainda quatro inundações.

A queda de uma árvore, em Almeirim, provocou o despiste de uma viatura pesada de mercadorias, mas, segundo o comandante, "não houve qualquer vítima".

A proteção civil de Santarém está ainda a avaliar as situações de danos em telhados e coberturas mas, até ao final da manhã não havia registo de desalojados, apesar de "duas pessoas, em diferentes locais, terem sido retiradas de casa por motivos de segurança".

No distrito registaram-se igualmente cortes de eletricidade em várias localidades, mas as corporações de bombeiros e as estruturas de proteção civil não foram afetadas com cortes nas comunicações.

Diário de Notícias

A minha mãe ao sair de manhã à rua para ir às compras teve de voltar para dentro do prédio tal era a força do vento.

Vivo no último andar e os estores abanaram imenso a noite toda. Plantas espalhadas pelo terraço e mais nada.

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Um grande pénis para você.
lol2.gif

Só te chamei à atenção porque te corrigi na mesma situação há poucos dias. Foi para picar contigo 14.gif

On-topic:

Essas fotos eek.gif

Para os lados mais próximos do mar é que parece ter sido agressivo então wacko.png

Edited by dastinger
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Posso dizer que os meus putos de 10 anos jogaram meia parte (25mins) por volta das 11:30 e queriam continuar a jogar a segunda o árbitro e a equipa adversária é que não quiseram!

Agora tirem as vossas conclusões ! :)

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Chuva e vento varrem o país e tiram o teto a 92 pessoas

Chuva intensa e vento forte açoitaram o país, este sábado, numa combinação que desalojou dezenas de pessoas e afetou a navegação por mar, ar e terra.

A Proteção Civil contabilizou, até às 20 horas, 8205 ocorrências num país em pantanas, assolado por uma tempestade onde não faltou, sequer, um pequeno sismo ao largo de Aljezur, no termo de um dia caótico. Além de arrancar árvores e destruir muros e colheitas, carros e infraestruturas, provocou inundações, cortou energia elétrica e telecomunicações, fechou as barras à navegação, desviou aviões, fechou linhas de comboio e parou autoestradas. E deixou sem teto pelo menos 92 pessoas.

A maioria em Peniche, cujos serviços sociais tiveram de realojar 60 na Casa Municipal da Juventude. As frágeis construções de madeira e plástico onde moravam 26 famílias foram impotentes para suster a ventania que fustigou o território nacional a 130 quilómetros por hora, acompanhada de bátegas que arrancaram o telhado de zinco de uma casa no Moinho de Vento, Elvas, desalojando o casal residente e o filho. Em Tomar, o vento levou a casa de duas pessoas, uma delas com deficiência, realojadas pelo serviço municipal; ocorrência semelhante deixou sem teto outra pessoa em Abrantes.

Minho varrido

O Minho também não foi poupado, com os deslizamentos de terras e cheias a expulsarem de casa pelo menos 27 pessoas. Em Guimarães, oito famílias, congregando cerca de 20 pessoas, ficaram em casa de familiares e hotéis devido às cheias do rio Ave, na zona em que divide as freguesias de Silvares e Brito. Emília Faria, de Silvares, foi uma delas; acordou às 2.45 da madrugada com o miar dos gatos e já a água estava a 20 centímetros. Pegou "no que estava à mão" e saiu a correr. Não teve tempo de trazer os animais: "A água chegou a meio metro e não tinha onde meter as coisas. Foi roupa, mobílias, frigorífico, perdi tudo". Com 76 anos, não se recorda de inundação assim e tão nefasta.

Em Carapeços, Barcelos, a queda de um muro de suporte, na noite de sexta feira, danificou uma casa de Carapeços, Barcelos. Os seis membros da família residente pernoitaram em casa de familiares. Técnicos da Autarquia avaliaram, ontem, a segurança do muro que pende sobre a habitação.

"Sempre tive medo deste muro, aqui pendurado sobre as casas", dizia Domitilia Coutada, lamentando os prejuízos. "Tinha ali os coelhos e os frangos. Nem lenha tenho para o fogão", lamentou a moradora de Pernido que, com filhos e noras, dorme em casa de familiares. No mesmo concelho, houve necessidade de evacuar casas em Lama e Airó.

No Alto Minho, uma viúva solitária foi realojada devido à derrocada que lhe atingiu a casa. Matilde Barbosa, de 73 anos e moradora no lugar de Cotos, Crasto, Ponte de Barca, dormia quando, pelas 2 da madrugada, um deslizamento de terras lhe entrou casa adentro. "Oh!, meu Deus! Eram portas no chão, tudo virado, assustei-me. Não hei de ter medo? A casa não foi abaixo, mas foram as portas. Para voltar lá, vão ter de ser arranjadas", disse. As portas de Matilde e praticamente o país inteiro.

Jornal de Notícias

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