Jump to content

Portugal contra o Aeroporto no Montijo (FNF a favor?!)


Montijo - Sim ou Não?  

48 members have voted

  1. 1. Concorda com a localização do Novo Aeroporto Civil no Montijo?

    • Sim!
      18
    • Não!
      30


Recommended Posts

Caros users do FNF, quem daqui é programador / developer colaborar na criação um site (de pressão sobre o Governo) com o mote "Portugal contra o Aeroporto no Montijo"? 

A ideia é criar um site de fácil leitura e em que a imagem seja a agregação das fotos de perfil de todos aqueles que pretenderem "dar a cara" contra este péssimo negócio e com ligação a uma petição. (Também podia ter uma sub página com um agregador de notícias que reunissem "aeroporto+Montijo", mas provavelmente isso daria mais trabalho) 

** Isto é, claro, tudo pro-bono. 

Quero saber as vossas opiniões. 

Timeline:

- desenvolvimento site

- campanha de angariação de fundos

- aquisição do domínio e alojamento

- lançamento do site e campanha nas redes sociais

- entrega do manifesto/petição na Assembleia da República 

Edited by cyberurbis
  • Like 1
Link to post
Share on other sites
25 minutes ago, Worm said:

Qual é o problema do aeroporto ?

Estás a perguntar qual é o problema da opção política pela localização do Aeroporto no Montijo? 

É isso? 

Agora não tenho tempo, mas se ninguém responder entretanto, já passo por aqui, mais logo à noite, para colocar uma lista de notícias que abordam vários pontos. 

Link to post
Share on other sites

A opção mais lógica para expansão do aeroporto de Lisboa seria Figo Maduro, agora seja por oposição dos militares ou falta de coragem política não vai acontecer.

Dentro de todas as opções já faladas o Montijo é a que faz mais sentido pois é a que fica mais perto do outro, Ota? lol eu até percebo os defensores da opção Beja mas é longe e para ficar mais "perto" ia ser um fartar de despesismo pago por todos nós como é apanágio desta democracia clientelista, corrupta, dos amigos,dos clientes do partido e dos boys.

Mas se calhar o melhor mesmo é não construir nada, desenrasquem-se com o que já existe.

 

Link to post
Share on other sites
2 minutes ago, Vasco G said:

A opção mais lógica para expansão do aeroporto de Lisboa seria Figo Maduro, agora seja por oposição dos militares ou falta de coragem política não vai acontecer.

 

Figo Maduro é o aeroporto de Lisboa. :what:

Link to post
Share on other sites
39 minutes ago, tiagoalvin said:

Figo Maduro é o aeroporto de Lisboa. :what:

Não, Portela é o aeroporto de lisboa, Figo Maduro é a extensão que pertence à força aérea.

Link to post
Share on other sites
44 minutes ago, Vasco G said:

Mas se calhar o melhor mesmo é não construir nada, desenrasquem-se com o que já existe.

 

Óbvio. 

É só não querer entupir o Humberto Delgado como andam a querer fazer propositadamente há uns anos. :)

Link to post
Share on other sites
1 minute ago, Vasco G said:

Não, Portela é o aeroporto de lisboa, Figo Maduro é a extensão que pertence à força aérea.

same shit.

Não há ali nada para expandir. Figo Maduro são apenas uns hangares e uns espaços destinados à FAP.

 

Link to post
Share on other sites
7 minutes ago, tiagoalvin said:

same shit.

Não há ali nada para expandir. Figo Maduro são apenas uns hangares e uns espaços destinados à FAP.

 

É espaço, coubesse mais meia dúzia de aviões comerciais já ajudava. A juntar a isso se soubessem ou quisessem aproveitar as bases aereas já existentes e ainda Beja...a questão do novo aeroporto é uma não questão, é algo típico do tuga sempre a pensar mundos e fundos, é uma oportunidade de ouro para dar muito a ganhar aos amigos e clientes dos partidos, as máquinas partidárias até se babam todas.

A questão é: precisamos mesmo de novo aeroporto? Quando isto deixar de estar na moda para os turistas como é que vai ser? Vai ficar às moscas... mas considerando que realmente se justifica, que vamos crescer e coiso e tal para todo o sempre... o ideal se calhar então até era mandar abaixo tudo o que já existe e fazer uma infraestrutura toda nova... mania das gradezas dirão alguns, se calhar nunca se justificará tal.

O TGV caiu e isto também há-de cair, simplesmente porque neste país de brincadeira não se encara nada a sério, não se faz nada a sério, vivemos unica e exclusivamente de ciclos políticos em que os seus intervenientes só querem saber do seu tacho.

E sim, de tudo o que se tem falado Montijo seria a melhor opção, mas não seria a ideal, essa seria outra qualquer que ainda nem sequer se falou.

Link to post
Share on other sites

@Vasco G, o Aeroporto de Figo Maduro, são os "barracos" onde está a localização no mapa.

Screenshot-20181030-145920-Maps.jpg

Não adianta. A Vinci fala em fazer obras no Aeroporto da Portela sob o pretexto de aumentar o número de voos mas na realidade o que pretende é maximizar o lucro, criando mais espaços comerciais. 

Ontem no Prós e Contras o Eng. Carlos Matias Ramos falou do assunto. 

Porque a Vinci pode evitar gastar no Aeroporto da Portela e Montijo e aplicar um investimento a sério em Alcochete, criando primeiro um Aeroporto para aliviar a Portela e que possa continuar a ser alvo de expansão para depois se encerrar a Portela. 

O nosso problema é estar 'na mão' dos privados. Claro que a Vinci não quer encerrar a Portela. Óbvio que a Vinci quer O Montijo. A Vinci lucra na gestão dos Aeroportos. Quantos mais tiver, mais lucra. 

Há uns tempos atrás, a Vinci entrou no capital da Lusoponte... e porquê? Porque lucra com os passageiros, tanto no Aeroporto, como nas travessias. 

A Vinci, não veio para Portugal para brincar. 

A questão é que o Aeroporto da Portela é um risco constante para a cidade de Lisboa. Contribui e muito para a poluição sonora durante o dia e representa um obstáculo ao desenvolvimento da própria cidade. Sem o Aeroporto, não tinhas o ruído dos aviões, não tinhas o constante risco e poderias construir em altura (arranha céus!). 

;)

Link to post
Share on other sites

Eu não quero construção em altura, deixa estar assim que está bem ;)

Claro que está tudo dependente da vontade dos privados mas isso será sempre assim, disso e da promiscuidade entre os governantes e esses privados.

A questão do aerporto carece de muita futurologia, compensará ou não? Qualquer que seja a decisão pode-se vir a revelar muito errada.

Mas Alcochete? Alcochete é no meio do nada, longe da cidade, tal como a Ota, a Portela quando foi construida ainda era muito nos suburbios e a cidade cresceu para lá, a cidade não vai crescer para Alcochete quanto mais não seja porque tens um rio pelo meio, se é para ser longe lá está, já há opções no alentejo.

Link to post
Share on other sites

Mais... O Aeroporto da Portela está praticamente esgotado. Há mais de 30 anos que devíamos ter assumido a prioridade do novo aeroporto, mas vieram as crises, o aumento da dívida e tudo o que é medidas populistas e o Aeroporto ficou sempre para último. 

Agora temos um problema em mãos e qualquer solução, demora no mínimo 5 anos. 

Mesmo que Beja contribua, está limitada a um pequeno número de voos, mas podia ser uma solução intermédia dentro de ano e meio. Bastava concluir 40 km de autoestrada (que já foram escavados e terraplanados) e modernizar /eletrificar 60 km de linha Férrea. 

Parece incrível, mas os Alemães quando fizeram a Base n.º11 de Beja, colocaram linha férrea até à Base. 

É possível criar um ponto de paragem do comboio junto ao Aeroporto de Beja, porque os Alemães foram uns visionários. 

Voltando ao Aeroporto, eu prefiro começar a construir um Aeroporto que tenha um horizonte de pelo menos 100 anos e capacidade de expansão, fora das cidades, do que aprovar soluções para a Vinci fazer lucro. 

 

 

Atenção ao falso argumento do "Aeroporto longe de tudo..." 

Se não conhecem os casos da Europa, abram o Google Maps e vejam as localizações dos novos Aeroportos. E quem diz da Europa, diz do Mundo (os Aeroportos, se forem bem dimensionados, são infraestruturas que se pagam a elas próprias e geram receitas, caso contrário não existiriam privados). ;)

Edited by cyberurbis
  • Like 1
Link to post
Share on other sites

Epá 100 anos ... lol sabemos lá o que vai ser disto daqui a 100 anos, faz-se agora algo megalómano e daqui a 100 anos está às moscas.

Eu quero lá saber do que é que há na europa, somos pequeninos e seremos sempre isso não há volta a dar porque é sobretudo uma questão de mentalidade.

Vamos continuar a desenrascar com montijos e bejas porque sinceramente há coisas bem mais prioritárias que isso.

Link to post
Share on other sites
4 minutes ago, Vasco G said:

Epá 100 anos ... lol sabemos lá o que vai ser disto daqui a 100 anos, faz-se agora algo megalómano e daqui a 100 anos está às moscas.

Eu quero lá saber do que é que há na europa, somos pequeninos e seremos sempre isso não há volta a dar porque é sobretudo uma questão de mentalidade.

Vamos continuar a desenrascar com montijos e bejas porque sinceramente há coisas bem mais prioritárias que isso.

Lê o que eu disse. 

Eu disse que prefiro uma solução pensada para pelo menos 100 anos, para que se construa uma parte para aliviar a Portela e posteriormente, se vá expandindo até atingir a dimensão ideal, para encerrando a Portela, a dita solução ter longevidade e não representar um problema de saturação a médio prazo. 

Link to post
Share on other sites

Essa treta do NAL é uma cena recorrente pa caraças... deixem de centralizar tudo em Lisboa e repartam com os restantes aeroportos nacionais. <_<

 

 

Edited by Spark
Link to post
Share on other sites
Quote

Portela mais Montijo: dos mitos à realidade

A procura de tráfego no Aeroporto da Portela (Humberto Delgado) continua a crescer a um ritmo sem precedentes, estando praticamente esgotada a sua capacidade.

Em consequência, tem sido grande a preocupação dos operadores em relação à forma como estão a ser tratados os passageiros no Aeroporto da Portela que foi classificado em 2017, no Barómetro de Pontualidade da OAG, entidade mundialmente prestigiada do Reino Unido, na posição 1120 entre 1196 aeroportos!

O Governo e demais organismos e empresas envolvidas decidiram que a solução do problema passa por desenvolver capacidade adicional no Aeroporto da Portela, complementando-a com a utilização da Base Aérea Nº6 do Montijo como aeroporto civil.

Decisão tomada sem terem sido consideradas, de forma fundamentada e objetiva, outras alternativas, como a exaustivamente estudada opção de construção faseada de um aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete (CTA), localizado na freguesia de Canha/ Montijo. Alternativa que poderia desempenhar, numa primeira fase, a função de aeroporto complementar do Aeroporto da Portela e evoluir de forma a dar resposta, sem condicionamentos, às previsíveis necessidades da Região de Lisboa e do País durante muitas décadas. A opção pela BA6 (Samouco/Montijo) saturará em meados da década de 30, ou seja, cerca de 12 anos após entrada em funcionamento, prevista, na melhor das hipóteses, para 2023.

Na defesa da solução "Portela mais Montijo" têm sido feitas várias afirmações que são verdadeiros mitos, a saber: longevidade até 2050; solução mais barata e de execução mais rápida; criação de emprego; sem problemas ambientais significativos e facilmente resolúveis.

Quanto à longevidade da solução Portela mais Montijo. Em documento enviado pelos autores ao Ministro do Planeamento e das Infraestruturas em maio deste ano é demonstrado, com base em modelos credíveis e nunca contestados, a falta de sustentação deste mito.

Efetivamente, a Eurocontrol (Organização Europeia para a Segurança da Navegação Aérea) afirma categoricamente, em relatório datado de dezembro de 2016, que, mesmo com 48 movimentos por hora, o Aeroporto da Portela estará completamente saturado em 2030, tendo o tráfego excedente de ser acomodado no aeroporto complementar. Salienta ainda que é crítica a introdução das melhorias nas infra-estruturas de terra e ar para garantir uma capacidade máxima de 48 movimentos por hora, valor utilizado na simulação (atualmente são 40). Sem estas melhorias a saturação ocorrerá muito antes de 2030, conclusão confirmada pela realidade atual. Este relatório tem sido omitido pelos responsáveis.

O mito da solução mais barata. Foi referido pelo Governo que a solução no CTA - 1ª fase, com instalações de terra e ar análogas às previstas na BA6, custaria pelo menos mais 2 mil milhões de Euros (!) e seria de execução mais demorada. Não se conhecem quaisquer estudos com análises técnicas e económicas comparadas, baseadas nos Planos Diretores para as soluções na BA6 (Samouco/Montijo) e no CTA (Canha/Montijo), primeira fase, com infraestruturas aeroportuárias análogas. Sem estas análises, a afirmação que na BA6 a solução é mais barata é, até prova em contrário, um mito. O bom senso facilmente identifica a falta de consistência daquela afirmação. Uma declaração várias vezes repetida não passa a ser verdade.

Na solução de adaptação da BA6 vai ser necessário construir pavimentos novos ou reconstruir existentes na área de movimentos numa área de 559.250 m2 e recondicionar o pavimento da pista 01/19, a pista em causa (mais 117.000 m2). Esta pista necessita de ser prolongada e alteada, sendo esse alteamento em aterro em zona de lodos, numa extensão de, pelo menos, 300 m. A construção deste aterro, com altura máxima de cerca de 7 a 8m é não só demorada como complexa. Todas as obras na zona da BA6 terão de ter em conta a espessura de lodos, da ordem dos 15m. A pista só poderá receber aviões da Classe C. Não recebe os novos aviões - wide body.

Ao contrário da solução na BA6, com fortes restrições na pista, tanto no comprimento como na construção, a solução no CTA pode evoluir de forma faseada para responder, sem condicionamentos, às necessidades que se forem colocando, designadamente de expansão.

Solução de execução mais rápida. As obras de reabilitação são de duração difícil de estimar. A construção do prolongamento e alteamento da pista 01/19 da BA6 e a necessidade de ter em conta a espessura de lodos torna a obra mais complexa e com prazo difícil de estimar. Na solução no CTA não há condicionamentos em termos de facilidade de construção. Nada justifica, até prova em contrário, que na BA6 a construção é mais rápida. Necessita demonstração.

Até agora não foram disponibilizados quaisquer documentos credíveis que sustentem as afirmações que na BA6 a solução é mais barata e de execução mais rápida. Outro mito.

Criação de emprego. É facilmente compreensível que o emprego gerado pelo aeroporto na BA6 será de dimensão semelhante ao do aeroporto no CTA (1ª fase), igualmente localizado no concelho do Montijo, a uma distância de cerca de 20 km. Não se entende que este facto possa ser utilizado como argumento para a defesa da localização na BA6. Os empregos directos não dependem de a localização ser na BA6 ou no CTA. Os empregos indirectos e induzidos dependem da capacidade de a região onde se insere o aeroporto se constituir como fornecedora dos bens e serviços. Ao contrário da localização na BA6, o emprego no CTA poderá crescer em função do desenvolvimento e expansão do aeroporto nesta localização. Na BA6 está automaticamente limitado à sua capacidade máxima aeroportuária e à sua longevidade. Qual a justificação para mais este mito?

Impactos ambientais. Com a localização na BA6 a zona sobrevoada atingirá aproximadamente 54 700 residentes. De acordo com os dados referidos pelo Jornal Público de 16/06/2018, reportando ao EIA, estudo a que não tivemos acesso, cerca de 30 000 destes residentes poderão revelar "elevada incomodidade com efeitos na saúde associados ao ruído e à componente respiratória". Na mesma linha refere-se igualmente o artigo publicado no Diário de Notícias de 23 de junho de 2018. A localização no Campo de Tiro de Alcochete não tem efeitos significativos em áreas residenciais e certamente nenhuns em áreas densamente povoadas.

É mais um mito, frequentemente referido pela ANA/Vinci, com desvalorização incompreensível dos efeitos e das consequências para as populações que vão ser afetadas.

À guisa de conclusão. Nenhuma ação de investimento público ou de interesse público deve ser adotada sem que primeiro haja resposta para a seguinte pergunta básica: há soluções melhores para atingir o objectivo? Até prova em contrário a melhor localização é no CTA (Canha/Montijo). Esta é a realidade.

Carlos Matias Ramos - 22 Agosto 2018

Eng. Civil, Presidente do LNEC (2005-2010), Bastonário da Ordem dos Engenheiros (2010-2016)

Com a colaboração de Carlos Brás - Major General da FA (Ref.), Engenheiro de Aeródromos 

 

Edited by cyberurbis
Link to post
Share on other sites

Create an account or sign in to comment

You need to be a member in order to leave a comment

Create an account

Sign up for a new account in our community. It's easy!

Register a new account

Sign in

Already have an account? Sign in here.

Sign In Now
  • Recently Browsing   0 members

    No registered users viewing this page.

×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.