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Revenge

Xix Governo Constitucional

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Tópico anterior: http://www.fastnewsforum.net/topic/60724-xix-governo-constitucional/

 


MM… acho que ele tem mesmo a noção da realidade.
 
Ele e os outros.
 
Ele(s) sabem bem que podem prometer tudo e mais qualquer coisa na campanha e depois não cumprir que o povo na eleição seguinte vota na mesma.
 
Ele(s) sabem que as audições parlamentares só servem para encher chouriço mas fazem-nas na mesma.
 
Ele(s) sabem que a maior parte do povo português sabe que eles fazem negociatas para beneficio próprio mas que a cada eleição vota na mesma.
 
Aos anos que o povo português sabe que a política em Portugal é um meio de enriquecimento rápido e fácil e sem grandes problemas para a classe política em prejuízo dos restantes.
.
Não falta notícias da roubalheira nos jornais, tv etc... ao longo dos anos.
 
Um caso ali, outro acolá em que um bode expiatório se lixa mas no essencial tudo na mesma, o povo lá vai votar na eleição seguinte.
 
Quando alguém quer combater o sistema dentro do sistema rapidamente é afastado, como aconteceu ao secretário de estado que queria acabar com as rendas da EDP e o Paços despachou-o rapidamente.
 
Por isso ele(s) tem bem a noção da realidade portuguesa sabem que podem contar sempre com o voto do português  mesmo sabendo que nós sabemos das coisas até das leis que eles nos obrigam a seguir para beneficio dele(s).
 
Enchemos foruns, conversas de café etc... sobre a nojeira da politica, mas a cada eleição lá está o português para contribuir para repetir a mesma coisa ano após ano, só muda o montante da roubalheira. ;)
 
 

mx101 disseste tudo, não podia concordar mais contigo :y:
 
A realidade é essa, sabem que podem enganar o que quiserem, podem corromper à vontade, podem beneficiar os seus interesses ao invés dos do país, que nas próximas eleições lá estão os Portugueses para votarem PS ou PSD.
 
Tal como dizes, quem quer realmente fazer a diferença, nunca chega lá cima(não deixam) e se por acaso algum chegar, é rapidamente afastado.
 
 

A este gajo tenho de lhe dar o mérito de ser o primeiro governante a quem se consegue identificar uma clara ideologia. E ele governa de acordo com essa ideologia. É uma pena essa ideologia ser o fascismo, ou não fosse ele um ressabiado com o 25 de Abril, por ter ficado sem a vida de luxo em Angola.
 
 


Um em cada três empregos criados afinal é estágio
 
O Banco de Portugal põe em causa os números do emprego do INE para o terceiro trimestre. Em vez de crescer 6%, foi só 2,5%, E um terço não são empregos, são estágios. A deputada Mariana Aiveca assinala que mais de metade dos empregos criados são precários.
 
No mês passado, um dos responsáveis da troika dizia-se perplexo com os números do emprego divulgados pelo Governo, que não estavam em linha com o crescimento económico registado no país. "Penso que ninguém ainda percebeu muito bem como é que a taxa de desemprego está a baixar", afirmou Subir Lall numa entrevista ao Jornal de Negócios.
 
Os novos números divulgados esta quarta-feira pelo Banco de Portugal podem dar uma ajuda ao emissário da troika. Em vez dos 6% de crescimento na criação de emprego por conta de outrém no setor privado que o Instituto Nacional de Estatística anunciou, a realidade fica bem aquém desses números, cifrando-se em 2,5%. E como 0.9% desse crescimento no emprego privado se deve aos estágios financiados com dinheiro dos contribuintes, o número real não ultrapassará 1,6%, um valor mais próximo da tímida taxa de crescimento portuguesa, após anos de profunda recessão. Ante a falta de números oficiais sobre o sucesso dos estágios, é de prever que sem o financiamento público, boa parte desses estágios não passem disso mesmo.
 
A diferença dos números é explicada pelo Banco de Portugal com razões metodológicas, revela agora o Jornal de Negócios, apontando "problemas temporários na amostra do INE" por causa da introdução de dados referentes aos Censos 2011, realizados antes da grande vaga de emigração de trabalhadores portugueses. Assim sendo, "a análise efectuada permite concluir que o emprego privado por conta de outrem estará a apresentar uma recuperação desde o terceiro trimestre de 2013, mas mais moderada do que a sugerida pelo Inquérito ao Emprego", conclui o Boletim Económico do Banco de Portugal.
 
Mariana Aiveca: "Mais de metade do emprego criado é precário"
 
Reagindo aos números do Boletim Económico do Banco de Portugal, a deputada bloquista Mariana Aiveca sublinhou que "6 em cada 10 postos de trabalho criados são precários, são estagiários, são contratos Emprego Inserção. Aquilo que o BdP hoje nos diz vem em linha com aquilo que o Bloco tem vindo a afirmar relativamente aos dados do emprego".
 
"As pessoas têm direito a ter um emprego, lutam por isso, e faz parte da sua dignidade enquanto cidadãos serem pagos, bem pagos, por esse emprego. Os estágios profissionais, como bem sabemos, são pessoas que ocupam postos de trabalho que são permanentes e, como tal, deviam ter esse direito", concluiu Mariana Aiveca.
 
 

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Um em cada três empregos criados afinal é estágio

 

O Banco de Portugal põe em causa os números do emprego do INE para o terceiro trimestre. Em vez de crescer 6%, foi só 2,5%, E um terço não são empregos, são estágios. A deputada Mariana Aiveca assinala que mais de metade dos empregos criados são precários.

 

No mês passado, um dos responsáveis da troika dizia-se perplexo com os números do emprego divulgados pelo Governo, que não estavam em linha com o crescimento económico registado no país. "Penso que ninguém ainda percebeu muito bem como é que a taxa de desemprego está a baixar", afirmou Subir Lall numa entrevista ao Jornal de Negócios.

 

Os novos números divulgados esta quarta-feira pelo Banco de Portugal podem dar uma ajuda ao emissário da troika. Em vez dos 6% de crescimento na criação de emprego por conta de outrém no setor privado que o Instituto Nacional de Estatística anunciou, a realidade fica bem aquém desses números, cifrando-se em 2,5%. E como 0.9% desse crescimento no emprego privado se deve aos estágios financiados com dinheiro dos contribuintes, o número real não ultrapassará 1,6%, um valor mais próximo da tímida taxa de crescimento portuguesa, após anos de profunda recessão. Ante a falta de números oficiais sobre o sucesso dos estágios, é de prever que sem o financiamento público, boa parte desses estágios não passem disso mesmo.

 

A diferença dos números é explicada pelo Banco de Portugal com razões metodológicas, revela agora o Jornal de Negócios, apontando "problemas temporários na amostra do INE" por causa da introdução de dados referentes aos Censos 2011, realizados antes da grande vaga de emigração de trabalhadores portugueses. Assim sendo, "a análise efectuada permite concluir que o emprego privado por conta de outrem estará a apresentar uma recuperação desde o terceiro trimestre de 2013, mas mais moderada do que a sugerida pelo Inquérito ao Emprego", conclui o Boletim Económico do Banco de Portugal.

 

 

:)

 

Olá. Bela bola de Berlim. Muito ano a virar frangos.

Edited by Kinas_

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Isto não é novidade, mas para os mais crédulos que o desemprego tinha baixado bastante, além de faltar nestas contas outras artimanhas que o IEFP faz para apresentar baixa no desemprego, cá vai...

 

Desemprego só teria descido 2% sem programas do IEFP

Dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional a que o Negócios teve acesso confirmam o impacto muito positivo que os programas de apoio ao emprego tiveram na descida do desemprego em Portugal.

Em dois anos, o número de desempregados inscritos nos centros de emprego caiu significativamente: menos 89 mil pessoas. Mas se contarmos com estágios e formações profissionais, esse número desce para apenas 13 mil...

 

Fonte e resto da notícia em: Jornal de Negócios

Edited by mx101
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E os números do contratados depois dos estágios na empresa onde fizeram o estagio ou noutra? Também é interessante de analisar, que o desemprego não tinha baixado se não fosse os estágios já estávamos todos carecas de saber. Na minha área praticamente só ha estágios agora.

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E os números do contratados depois dos estágios na empresa onde fizeram o estagio ou noutra? Também é interessante de analisar, que o desemprego não tinha baixado se não fosse os estágios já estávamos todos carecas de saber. Na minha área praticamente só ha estágios agora.

Se houvesse assim tantos contratados depois dos estágios não haveria aquela notícia que postei acima nem a do banco de Portugal, não achas?

Porque afinal tinha-se criado muito emprego.

Depois estágios não é emprego, não confundas as coisas, a única maneira de descer a taxa de desemprego sem emprego efectivo ou seja com direitos laborais é os desempregados não se inscreverem no IEFP, pode é o governo através do IEFP meter nos números os estágios, mas isso são manobras à lá governo para tapar olhos...

Mas acho bem que haja estágios, só é pena que muitos deles sirva para colmatar a falta de pessoal das empresas e câmaras municipais e com isso ocupem realmente postos de trabalho efectivo e também dei mama a muitas empresas com os benefícios que têm.

Conheço empresas que rodam estagiários para ter benefícios fiscais e afins, e algumas delas ligadas ao estado.

Tem sido uma mina de ouro para algumas empresas.

Edited by mx101

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Sem duvida, tem sido uma mama.

Mas vi uma estatística que falava em 70% de contratados após o estágio.

E se estão em estágio não podem contar como desempregados.. Deviam era contar para a função publica.

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Governo "muito confiante" na criação de emprego. Empresários ouvidos pelo INE despejam balde de água fria. Procura não justifica

Em 4620 empresários, a maioria quer cortar no emprego até abril

A intensidade do desemprego nacional está a piorar há dois meses consecutivos (até novembro), mas novos inquéritos do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do Eurostat indicam que o pior pode estar para vir.

Em dezembro, a maioria dos 4620 decisores consultados pelo INE, por exemplo, disse que vai reduzir postos de trabalho "nos próximos três meses" e são cada vez mais os que partilham essa opinião. Os consumidores também já pressentem as dificuldades: cada vez mais acham que o desemprego vai piorar.

Os inquéritos de confiança divulgados (na segunda-feira pelo INE e ontem pelo Eurostat) mostram, de forma inequívoca, que a criação de emprego é cada vez menos uma prioridade nos próximos três meses.

Isto é: a amostra de 4620 empresários (1202 da indústria transformadora, 835 do sector da construção, 1125 do comércio e 1458 dos serviços) revela serem cada vez mais e uma maioria os que assumem não ver condições no seu negócio e no futuro de curto prazo da economia para manter o nível atual de empregos. Uma maioria crescente acredita que terá de reduzir força de trabalho.

O Eurostat mostra esse mesmo problema generalizado de falta de confiança no emprego futuro, menos na indústria transformadora, onde a melhoria foi ligeira.

Todos os sectores mais pessimistas em simultâneo

Mas o INE mostra uma situação nova: pela primeira vez desde finais de 2012 -- estava Portugal mergulhado numa crise aguda e a meio do programa de austeridade do Governo PSD/CDS e da troika -- que os quatro sectores não pioravam em simultâneo as suas perspetivas face ao emprego.

O INE confirma que na indústria "as expectativas de emprego agravaram-se pelo segundo mês consecutivo após ligeira recuperação registada em outubro, retomando a trajetória negativa iniciada em abril".

Na construção, um dos sectores mais fustigados pela crise dos bancos, as perspetivas "agravaram-se ligeiramente no último mês, suspendendo a trajetória ascendente registada desde dezembro de 2012".

No comércio, "agravaram-se no último mês, interrompendo o perfil crescente observado desde final de 2012".

E nos serviços, o maior sector da economia, "as expectativas sobre a evolução do emprego agravaram-se no mês de referência [dezembro], contrariando o movimento crescente iniciado em fevereiro de 2013".

Todos os saldos de respostas dos quatro sectores dão um valor negativo e pior do que em novembro. Ou seja, há cada vez mais gente a dizer que tem de cortar emprego e menos os que assumem poder manter ou reforçar quadros.

Anteontem, o Eurostat indicou que Portugal e Chipre são os países da Europa com maior agravamento no desemprego. Este está a subir há dois meses seguidos, tendo ficado em 13,9% em novembro, em Portugal. Em termos absolutos, o país ganhou 18 mil desempregados em apenas um mês, valor que representa mais de metade da subida verificada na antiga zona euro a 18 países. Total de pessoas sem trabalho: 713,7 mil.

Já o ministro da Economia, António Pires de Lima, diz estar "muito confiante" na retoma do mercado de trabalho.

INE ouve 4620 empresários

A amostra é composta por 4620 empresários: 1202 da indústria transformadora, 835 do sector da construção, 1125 do comércio e 1458 dos serviços. Os sectores queixam-se de uma degradação nas perspetivas da economia ou das vendas.

Onde é pior? Construção e serviços

Todos os quatro sectores estão mais pessimistas quanto à criação de emprego nos próximos três meses. Mas nota-se mais na construção e nos serviços.

Dinheiro Vivo

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Isto não é novidade, mas para os mais crédulos que o desemprego tinha baixado bastante, além de faltar nestas contas outras artimanhas que o IEFP faz para apresentar baixa no desemprego, cá vai...

 

Desemprego só teria descido 2% sem programas do IEFP

Dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional a que o Negócios teve acesso confirmam o impacto muito positivo que os programas de apoio ao emprego tiveram na descida do desemprego em Portugal.

Em dois anos, o número de desempregados inscritos nos centros de emprego caiu significativamente: menos 89 mil pessoas. Mas se contarmos com estágios e formações profissionais, esse número desce para apenas 13 mil...

 

Fonte e resto da notícia em: Jornal de Negócios

 

 

Mas só tinha dúvidas quem gostava de comer gelados com a testa. Ou a vendê-los na praia.

Edited by Kinas_
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sergiomonteiro_manueldealmeida_0.jpg

 

Governante transferiu para o Estado perdas dos swaps que criou no privado

As perdas dos contratos swaps associados ao financiamento do TGV somam 152.9 milhões de euros. O contrato foi feito pelo consórcio Elos e assinado pelo atual secretário de Estado dos Transportes.

O currículo de Sérgio Monteiro antes de chegar ao Governo pela mão de Passos Coelho confunde-se com muitos contratos ruinosos que hoje estão a ser pagos pelos contribuintes. É o caso das PPP rodoviárias, onde o atual secretário de Estado, na altura ao serviço do banco de investimento Caixa BI, assumiu um encargo financeiro de 473 milhões com a capitalização da AELO (Auto-Estradas do Litoral Oeste), num negócio que mereceu duras críticas do Tribunal de Contas por prejudicar o Estado.

Esta segunda-feira, o Jornal de Notícias revela mais um caso onde a ação de Sérgio Monteiro volta a prejudicar os contribuintes. Trata-se do contrato de financiamento para a construção da linha de TGV Poceirão-Caia, em que Ségio Monteiro atuou como administrador do consórcio privado Elos, em reprsentação da Caixa BI.

O crédito de 690 milhões negociado em abril de 2010 incluía quatro contratos swaps. No ano seguinte, quando o PSD ganha as eleições e Sérgio Monteiro entra no Governo, o projeto do TGV foi abandonado. E coube ao autor da negociação do contrato a tarefa de assumir para o Estado o financiamento destinado ao consórcio de que foi representante, incluindo os contratos swap que regista hoje perdas de 152,9 milhões de euros.

Segundo o JN, Sérgio Monteiro teve um papel ativo na transferência destes contratos que criou para a Parpública. O governante respondeu dizendo que essa transferência se revestiu de "interesse público" e vai mais longe, afirmando ter "orgulho" pelo papel que teve no cancelamento do TGV, cujo projeto financeiro ajudou a montar embora considere agora que afinal não tinha "qualquer viabilidade económica e financeira".

Esquerda

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Mais descarado que isto é impossível, continuem a votar neles :Y:

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esqueci-me de cá deixar isto, e acho q n está no outro tópico :/

 


Ministro da Saúde considera “hostil” pedir 400 mil euros para tratar quatro doentes
Na sexta-feira, o Hospital S. João, anunciou que vai apresentar queixa às autoridades competentes pelo preço exigido para tratar aqueles quatro doentes

O ministro da Saúde considerou "hostil" pedir 400 mil euros para tratar quatro doentes com Hepatite C, depois de o Hospital de S. João, no Porto, ter anunciado que vai apresentar queixa contra a biofarmacêutica que exigiu aquele montante.

No Porto, para a entrega ao ex-titular da pasta da Saúde Paulo Mendo da 1ª Distinção de Mérito em Gestão dos Serviços de Saúde pela Ordem dos Médicos, Paulo Macedo salientou que apesar da verba pedida o S. João "disse que sim".

Segundo fonte hospitalar disse à Lusa o medicamento antiviral, aprovado pela Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed), tem um custo de 97.620 euros por doente, ou seja, 16.270 euros por embalagem, equivalente a um mês de tratamento.

"Eu acho hostil é terem pedido 400 mil euros para tratar 4 doentes e que reparem, o S. João disse que sim", afirmou o ministro.

Para Paulo Macedo é importante para "todos os portugueses registar que uma entidade para tratar quatro pessoas pede 400 mil euros" e que esta é a "tal" questão: "Depois é preciso ver as escolhas que se faz, porque nós obviamente temos que tratar as pessoas, e que reflexos é que há para o resto do sistema".

Na sexta-feira, o Hospital S. João, anunciou que vai apresentar queixa às autoridades competentes pelo preço exigido para tratar aqueles quatro doentes e declarou a fornecedora "hostil".

 

link

 

E agora fica a questão: se tivessem que escolher, e tivessem orçamento limitado, qual seria a vossa decisão?

E numa segunda nota: quantos anos de descontos é que individualmente alguém teria de fazer para poder alguma vez ter acesso a este medicamentos?

 

:unsure:

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Pelo menos ficamos a saber que a vida de 4 pessoas vale menos que 400 mil euros.

 

PS: A não ser que sejam familiares de ministros etc etc, ai a vida deles deve valer bem mais.

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Aqui ele não se refere ao valor da vida humana, mas foca o claro aproveitamento da farmacêutica que está a vender aquilo.

Parece que está para breve o aparecimento de 2 medicamentos equivalentes e nesta altura aposto que este deixará de "trazer" ouro e diamantes dentro.

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Aqui ele não se refere ao valor da vida humana, mas foca o claro aproveitamento da farmacêutica que está a vender aquilo.

Parece que está para breve o aparecimento de 2 medicamentos equivalentes e nesta altura aposto que este deixará de "trazer" ouro e diamantes dentro.

Sabes lá quanto é que a farmacêutica gastou em investigação para conseguir ter o composto que trata aquilo...

Lembra-te que as farmacêuticas não são instituições de caridade. Infelizmente, é este o mundo em que vivemos.

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Não é a lei da oferta e da procura, é a lei do lucro.

O deus capital é quem mais ordena.

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Ainda sobre esta notícia.

Continua o finca pé entre a empresa e o estado. A empresa hoje anunciou que para facilitar o processo e como gesto de boa fé, ofereceu medicamento para o tratamento de 100 pessoas. 1 Milhão de euros que o estado poupa.

Afinal há bons corações ...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

... ou isso, ou o facto de hoje a UE ter passado a licença a uma empresa rival para começar a partir de agora a vender um medicamento similar.

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Ultimato. Passos ameaça EUA com revisão do acordo das Lajes

Ou os Estados Unidos avançam com projetos que compensem o impacto económico da conversão das Lajes em mera bomba de gasolina ou Portugal avança para a revisão do acordo de utilização da estratégica base aérea açoriana.

Se os Estados Unidos não apresentarem medidas que permitam compensar, efetivamente, o impacto económico do anunciado despedimento de 500 trabalhadores portugueses da Base das Lajes, o Governo português irá "suscitar a revisão do acordo técnico" celebrado em 1995, disse esta sexta-feira no Parlamento o primeiro-ministro.

"O impacto financeiro e económico que esta medida traz, quer para a ilha Terceira, quer para o arquipélago dos Açores, tem um peso muito negativo ao qual os Estados Unidos da América não podem deixar de atender", disse Passos, acrescentado: "Temos tido muito verbo e pouca ação".

O ultimato do chefe do Governo surge a cerca de três semanas de uma reunião da Comissão Bilateral Permanente, onde estarão frente a frente norte-americanos e portugueses, já marcada para 11 de fevereiro em Lisboa. Nesse encontro, noticia o "Sol", "os EUA vão apresentar a sua proposta final de contrapartidas".

Desde 17 de abril de 2013 que esta comissão, cuja delegação portuguesa é liderada por um representante do Ministério dos Negócios Estrangeiros mas onde também participam altos funcionários do Ministério da Defesa, não se reune, confirmou ao Expresso fonte do gabinete de Rui Machete. No entanto, o acordo de cooperação e defesa celebrado entre Portugal e os Estados Unidos em 1995 dispõe no artigo 3.º, n.º 3 que a "comissão reunirá semestralmente", "alternadamente nas capitais das partes". Ano e meio sem reunir é justificado pela mesma fonte com "um atraso no processo de substituição, e consequente chegada a Lisboa, do novo embaixador norte-americano".

Nesse último encontro, que decorreu em Washington, já a delegação portuguesa tinha realçado "a necessidade de se concluir o mais rapidamente possível um plano alargado para mitigar as consequências políticas, estratégicas, económicas e laborais da decisão" dos EUA de converterem as Lajes apenas numa bomba de gasolina.

Expresso

 

(lol)

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Ontem foram publicadas em diário da república as novas normas sobre o uso de transportes públicos.

Alguém se esqueceu de colocar um não nos artigos, pelo que agora dá multa não entrar com o transporte ainda em movimento, dá multa usar título de transporte válido, dá multa não atirar lixo pela janela, etc.

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Pelo menos ficamos a saber que a vida de 4 pessoas vale menos que 400 mil euros.

 

PS: A não ser que sejam familiares de ministros etc etc, ai a vida deles deve valer bem mais.

 

és um lírico..... mas quem não te conhece, que te compre...

 

Revenge, sabes bem que isto vai para lá daquilo que é "o valor" de uma vida humana, certo? È que pela tua resposta....

 

Mas seguindo em frente, 

 

Hospitais portugueses lutam contra empresa farmacêutica

Cinco hospitais portugueses vão avançar com uma providência cautelar (por "posição dominante" da empresa) e uma queixa na Autoridade da Concorrência contra a Gilead Sciences, a empresa que vende um novo medicamento contra a hepatite C. As medidas devem-se ao elevado preço do fármaco que contém sofosbuvir, com taxas de cura de 90%: 42 mil euros por cada doente, expica o Jornal de Notícias.
 
O hospital de S. João e o de Santo António, no Porto, os Hospitais Universitários de Coimbra, e os hospitais de Santa Maria e São José em Lisboa vão lutar contra a Gilead apesar das negociações entre o Ministério da Saúde e a farmacêutica para reduzir o preço do medicamento que duram há um ano. Para além disso, declararão a empresa como "hostil" e vão proibir os seus profissionais de saúde de participar em congressos patrocinados pela Gilead.
 
O sofosbuvir foi permitido há um ano pela Agência Europeia do Medicamento, mas só foi usado por 93 pacientes com Autorizações Especiais pedidas junto dos hospitais porque não há acordo acerca do seu preço. Apesar dessa via, há hospitais que não o conseguem comprar por falta de verbas.
 
Em Janeiro, um grupo de 13 doentes com hepatite C anunciou que vai interpôr uma providência cautelar contra o Ministério da Saúde para ter acesso ao fármaco. Há um ano que esperam pelo tratamento.
 
Como aponta o Jornal de Notícias, em Novembro de 2014, o hospital de São João no Porto foi o primeiro a reagir e cortou relações com a Gilead, depois de ter pago 400 mil euros pelo tratamento a quatro doentes. A farmacêutica foi considerada um "fornecedor hostil".

link para a notícia...

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Risco de pobreza volta a subir e atinge 19,5% da população

Em 2013, 19,5% da população viveu com menos de 411 euros por mês, encontrando-se em risco de pobreza. O flagelo atinge todos os grupos etários, mas foi particularmente acentuado entre as crianças.

A pobreza continuou a aumentar em Portugal. Em 2013, 19,5% da população viveu com menos de 411 euros por mês, encontrando-se em risco de pobreza. Trata-se de um agravamento em relação a 2012, um ano em que o flagelo já se tinha agravado, atingindo 18,7% residentes.

As estatísticas sobre as condições de vida dos portugueses em 2013 foram divulgadas esta manhã pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e mostram que o aumento da pobreza foi transversal a todas as classes etárias. As crianças, contudo, acabaram por registar a maior subida, de 24,4% em 2012 para os 25,6% em 2013. São mais 1,2 pontos percentuais do que em 2012 e mais 3 pontos percentuais em relação a 2010.

Estes indicadores referem-se à percentagem de população que viveu em 2013 com menos de 411 euros por mês, resultando estes 411 euros de 60% do rendimento mediano da economia – este é, por isso, um valor que varia todos os anos, em função do rendimento global. Se o rendimento global da economia desce e há um empobrecimento geral, como aconteceu nos últimos anos, então o limiar de pobreza também baixa, pelo que continua a haver muitas pessoas com baixos rendimentos que não são considerados pobres.

Para extrair este efeito o INE utiliza um outro indicador, que pretende comparar o número de pobres face ao valor que constituiu o rendimento mínimo para se viver com dignidade em 2009. À luz desta abordagem, a percentagem de pobres em 2013 foi de 25,9%, um valor que compara com os 17,9% registados em 2009.

Uma terceira medida possível, usada pela União Europeia na estratégia de crescimento baptizada de Europa 2020, mostra que a percentagem de população em risco de pobreza e de exclusão social era de 27,5% em 2013. Trata-se de uma percentagem que estabilizou em relação a 2012 e que considera, além da pobreza monetária, situações de privação material severa e a percentagem de famílias onde a intensidade laboral é muito reduzida (pessoas que trabalham em média menos de 20% do tempo de trabalho possível).

Jornal de Negócios

 

Estimativa para o desemprego médio de 2014 é 14,1%, em linha com o que está no Orçamento. Mas entre os jovens, taxa já vai em 35%

INE. Desemprego jovem está a piorar como em meados de 2012

O desemprego terminou o ano de 2014 em 13,4% (corrigido da sazonalidade) ou 13,6% (não corrigido), mas o desemprego jovem registou a maior subida desde meados de 2012, quando a crise estava no auge. Em dezembro, estavam sem trabalho 34,5% dos jovens em idade ativa ou 35,4% segundo a série não ajustada, que compara com os dados oficiais trimestrais que serão divulgados na próxima semana.

As estimativas mensais para o emprego e o desemprego, ontem divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), também mostram que o desemprego médio de 2014 (não ajustado, uma vez mais) ficou em 14,1%, em linha com o que o governo previu em agosto no segundo retificativo de 2014 ou em outubro no Orçamento do Estado para este ano (14,2%); mas bastante abaixo do previsto no Documento de Estratégia Orçamental (DEO): 15,4%, em abril.

Isto explicará, em parte, a margem obtida na execução orçamental da Segurança Social, que até precisou de menos transferências do Estado, tendo terminado o exercício com um défice anual acumulado reduzido de apenas 70 milhões de euros.

Na publicação ontem divulgada, o INE repara que o valor do desemprego total ajustado da sazonalidade foi "inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.), ao estimado para novembro de 2014", sendo que a população desempregada foi estimada em 689,6 mil pessoas, "o que representa uma diminuição de 0,7% face a novembro de 2014 (menos 4800 pessoas)".

Jovens mais penalizados que adultos

O INE ainda reviu em baixa a taxa de desemprego de novembro porque incorpora mais informação. Em vez dos 13,9% anunciados, o nível de desemprego ajustado da sazonalidade foi 13,5%. No entanto, as estimativas mostram uma degradação mensal acentuada do desemprego jovem (menos de 25 anos), ao contrário do que acontece entre os adultos.

Em termos ajustados, em dezembro, havia 127 mil jovens sem trabalho, o que corresponde a um aumento mensal da respetiva taxa de desemprego de 1,1 pontos percentuais, para 34,5%.

Os valores não corrigidos apontam na mesma direção. Há quase 130 mil jovens desempregados (taxa de 35,4%), resultado de um aumento de 1,5 pontos face a novembro. Ambas as subidas são as piores desde meados de 2012, quando a crise económica e financeira estava no seu auge e o desemprego afetava 39% dos jovens.

Esperança e confiança, diz o Governo

Este agravamento acontece em dezembro, um mês que, tipicamente, costuma beneficiar do efeito positivo dos trabalhos mais precários associados à época de Natal.

Mas para o ministro do Trabalho, Pedro Mota Soares, "estes números dão esperança e confiança aos portugueses de regressar ao mercado de trabalho". Relativamente ao desemprego jovem disse que "é um dos grandes dramas", mas destacou a melhoria em termos homólogos e o papel amortecedor dos estágios profissionais.

O PCP ripostou, dizendo que o desemprego continua a ter uma "dimensão insuportável". António Costa, do PS, insistiu que os números são de "tragédia social" que só se pode combater com uma "alteração de política".

Dinheiro Vivo

 

 

:Portugal:

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Comissão Europeia indica que Governo cumpriu poucom mais de um terço das reformas estruturais do programa, mostra análise da UTAO

Exame pós-troika. FMI arrasou, Bruxelas dá nota 36% ao governo

 

A missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) a Portugal fez uma avaliação muito severa do programa de ajustamento português, mas a Comissão Europeia, que divulgou a sua versão no final de dezembro, também não se fica atrás e dá nota de 36% no exame das reformas estruturais.

O Governo, através do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, argumentou na sexta-feira que as conclusões do Fundo refletem "uma realidade que não existe".

Em todo o caso, uma análise da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), divulgada anteontem à noite, mostra que a Comissão Europeia também deu uma nota negativa à concretização do pacote de reformas estruturais na economia: apenas 36% das medidas combinadas (cinco em 14) foram "observadas". Chumbou três e carimbou seis com "progresso limitado". A avaliação europeia é de final de dezembro.

"Em geral, o processo de reformas estruturais perdeu ritmo desde o fim do programa, resultando na implementação desequilibrada entre as várias áreas de política", resume a CE.

Três retrocessos

As maiores críticas, que continuam atuais, falam de "retrocesso" no salário mínimo - "o acordo entre o governo e os parceiros sociais no sentido de aumentar o salário mínimo nacional para 505 euros, poderá implicar riscos adicionais para o emprego (sobretudo para os trabalhadores mais vulneráveis) e para a competitividade geral da economia portuguesa"

Nas convenções coletivas - "poderão tornar os salários menos reativos aos desenvolvimentos da produtividade" e "a generalização das extensões da negociação coletiva poderá comprometer o ajustamento eficiente dos salários nas empresas de menor produtividade. Esta medida representa um grande retrocesso na reforma da contratação coletiva em Portugal".

E nas alterações ao arrendamento urbano - "o governo aprovou alterações ao regime de arrendamento urbano, com risco para o impacto e eficácia da reforma. As autoridades não desenvolveram procedimentos mais fiáveis e abrangentes, necessários para colmatar a falta de dados e a análise sistemática dos impactos de reformas recentes no mercado imobiliário e as suas tendências" e "não foi apresentado o estudo exaustivo que procura identificar a economia paralela neste mercado".

Progressos limitados

A CE aponta ainda para "progressos limitados" na reforma do sector dostransportes, na "avaliação da implementação de reformas passadas", na agilização do licenciamento nos sectores "da construção, dos metais preciosos e das universidades". Fala ainda em "atrasos no sentido de garantir um acesso mais abrangente a profissões regulamentadas".

As notas positivas vão para a Educação - "foram feitas reformas para melhorar os resultados escolares e a qualidade no ensino secundário e ensino profissional"; para a Justiça - "progresso continua na reforma do sistema judicial, mas é necessária monitorização".

E para a Saúde - "implementação de novas medidas em termos de cuidados primários e reforma hospitalar continua", "compressão da despesa com medicamentos continua em 2015".

Queixas iguais às do FMI

No capítulo orçamental, Bruxelas tem uma opinião mais positiva (está satisfeita com 72% das medidas), embora dê nota negativa às medidas mais estruturantes como a aplicação de poupanças com salários da função pública (tabela salarial única e revisão dos suplementos), reforma da Segurança Social e redução de pensões no sistema público (CGA). Foram também as grandes críticas do FMI.

Aqui, a "realidade" é até pior face ao combinado com a troika uma vez que o Governo teve de se ajustar à decisão do Tribunal Constitucional, devolvendo gradualmente cortes de salários e pensões.

Para a Comissão, as reformas na administração pública "estão a decorrer, mas a um ritmo inferior ao esperado e com um impacto orçamental menos significativo". "Aguarda-se que a implementação da tabela remuneratória única em 2015 traga mais transparência e equidade ao sistema de remunerações, mas não deverá trazer poupanças adicionais". As Finanças continuam a trabalhar neste dossiê, mas ainda sem resultados palpáveis.

Nas pensões, disse Bruxelas, "após a decisão do TC foram abandonados os planos do governo neste âmbito. Outros planos relacionados com os resultados do Grupo de Trabalho para a Reforma das Pensões foram suspensos ou revertidos".

Dinheiro Vivo

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