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royaltartufo

HATRED

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Hatred You take control of a cold blooded antagonist, who is full of hatred for humanity.

For more information visit: http://www.hatredgame.com
Our fanpage on Facebook: http://www.facebook.com/destructivecr...

Relase date: Q2, 2015
Platform: PC

 

 

 

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Hatred is an isometric shooter with disturbing atmosphere of mass killing, where player takes the role of a cold blood antagonist, who is full of hatred for humanity. It's a horror, but here YOU are the villain. Wander the outskirts of New York State, seek for victims on seven free-roam levels. Fight against law enforcement and take a journey into the antagonist's hateful mind. Gather equipment of the dead ‘human shields’ to spread Armageddon upon society. Destroy everything on your way of hunt and fight back when it's disturbed...

...just don't try this at home and don't take it too seriously, it's just a game. :)

The question you may ask is: why do they do this? These days, when a lot of games are heading to be polite, colorful, politically correct and trying to be some kind of higher art, rather than just an entertainment – we wanted to create something against trends. Something different, something that could give the player a pure, gaming pleasure. Herecomes our game, which takes no prisoners and makes no excuses. We say ‘yes, it is a game about killing people’ and the only reason of the antagonist doing that sick stuff is his deep-rooted hatred. Player has to ask himself what can push any human being to mass-murder. We provoke this question using new Unreal Engine 4, pushing its physics (or rather PhysX) systems to the limits and trying to make the visuals as good as possible. It's not a simple task, because of the game's non-linear structure and a lot of characters on the screen. But here at Destructive Creations, we are an experienced team and we know how to handle the challenge!

 

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Edited by royaltartufo
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Como já disse ao Lancer, acho este jogo ridículo, nos dias de hoje.

Foi ao Steam Greenlight, foi greenlit e a Valve removeu-o.
1 dia depois, voltou atrás com a decisão.

E com isso só lhes foram dar mais atenção. Tansos.

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Ridículo porquê? Não é tão ridículo quanto o GTA? Também não podes usar o GTA para seres um mauzão e matar tudo e todos?

 

Este jogo é na onda do Hotline Miami, só que com gráficos realistas.

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Já tive 1 discussão bastante produtiva com o mini0n sobre o assunto.

Percebo o ponto de vista dele apesar de discordar.

Penso que as nossas divergências tem mais a ver com a percepção que temos dos npcs do jogo.

Para mim não passam de "bonecos" inanimados, já o min0n vê mais como representações virtuais de pessoas (pf corrige-me se estiver a dizer asneira).

 

 

Antes de explicar o meu ponto de vista, vou apenas dizer que o jogo foi removido do Steam Greenlight com muito poucas explicações da Valve depois de ter conseguido 13k+ upvotes em menos e 24h.

Ontem à noite voltaram a restaurar o jogo no Greenlight.

 

 

O que acho sobre o jogo:

 

Está a capitalizar no choque, não achei nada de especial a gameplay nem os gráficos do trailer.

Achei impressionante, achei chocante e acho que deve estar à venda.

 

Primeiro lugar, há que traçar uma linha bem clara entre ficção, e realidade. Este tipo de conteúdo existe em filmes há muito tempo, também existe em livros e existe também em obras de arte mais chocantes. Porque é que os jogos tem de ser diferentes?

Existe um age rating (Pegi \ ESRB) nos jogos por alguma razão.

Se as pessoas não sabem distinguir a culpa não é dos criadores de conteúdos por muito chocantes que sejam. As pessoas só compram se quiserem.

É um jogo sobre matar npcs com a mascara de pessoas basicamente, não passam de scripts ou AI muito básica. ou pelo menos é assim que eu vejo as coisas.

 

 

Segundo lugar, o Steam não é uma plataforma de "familia" como a Nintendo.

Já há jogos semelhantes a este no servço há muito tempo: Manhunt, Postal 1 (este era dark btw), 2, 3, Carmageddon, GTAs*, Mortal Kombat?. (e jogos como WarZ ou DayZ em que passas mais tempo a disparar contra outras pessoas do que a matar zombies).

 

 

Terceiro lugar, se quisermos entrar numa discussão mais profunda sobre o assunto, na área da justificação moral.

Podemos começar pelo GTA.

Já ouvi de várias pessoas a justificação seguinte: tens mais coisas para fazer sem ser matar ou dão te a escolha entre matar ou não.

A isso eu tenho a dizer tudo bem, mas ninguém faz isso, e muito provavelmente também não avanças no jogo se não o fizeres.

No Hatred, também tens a escolha, não disparas, atiras-te para a morte sem matar ninguém. Perdes, mas também tens a escolha vºv

No Carmageddon o Mini0n lembrou-me e muito bem, que posso acabar a corrida sem atropelar ninguém. Mas a verdade é que o jogo dá te pontos\tempo extra por atropelar vacas e velhinhas... Onde é que está justificação moral disso? Devemos banir o Carmageddon também?

No Postal 2, tinhas um tema "cómico" e de sátira, mas no Postal 1 não tinhas...

 

E no caso de jogos como Call of Duty? O modern warfare 2 pro exemplo a cena do aeroporto? Lá por termos uma suposta justificação moral ou por estarmos a atacar o suposto "inimigo" já faz com que já se possa disparar a torto e a direito?

 

Penso que nenhuma das pessoas que tem problemas com o Hatred jogou o Spec Ops the Line. Que é um jogo bastante chocante também disponível no Steam que obriga a tomar decisões moralmente reprováveis.

 

E no entanto é este tipo de jogo contrasta totalmente com CODs Battlefields e outros shooters em que temos uma "justificação" moral fictícia que os autores nos dão para disparar indiscriminadamente, e que de certa forma nos dessensibilizam do acto dentro desse jogo.

Tenho de relembrar que no Postal 2 por muita sátira que fosse, era permitido encharcar grupos de pessoas em gasolina em muito casos estereótipos da sociedade e atear-lhes fogo. Era um jogo que permitia enfiar uma caçadeira num certo orifício de gatos e disparar... (e muito provavelmente acabávamos a rir disso)

Jogos como o Hatred e o Spec Ops the Line chocam e não se escondem por trás de justificações morais fictícias. Deixam o player a sentir-se "mal" que o que está a fazer e provavelmente com pouca vontade de continuar a jogar. E talvez a ideia seja mesmo essa, mostrar o quão errado é.

 

 

 

PS: That being said, fartei-me de rir com o Postal 2 e com o Carmageddon :P já o Hatred achei um pouco impressionante demais e duvido que jogue. Mas ainda assim acho que deve haver espaço para este tipo de jogos.

 

PS2: Independentemente de acharem se o jogo deve ou não estar no Steam. O Greenlight é uma plataforma de votos, as pessoas podem votar para decidir se querem ou não o jogo. Somos todos livres de ir lá votar.

Edited by Lancer

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faz-me lembrar um jogo antigo que foi banido em portugal (acho eu, e agora que penso nisso não me lembro de mais nenhum que tenha sido): Hooligans: Storm Over Europe. ainda me diverti nas aulas de ITI com ele. era bem lixado lol

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Não é bem isso Lancer... Mas anda lá perto :P

 

Eu é que acho que violência gratuita é complicado. No GTA eu posso matar, posso executar ou posso atropelar. Mas também posso não fazer nada disso.

 

Neste o objectivo do jogo é matar inocentes. Matar só porque sim. Esfaquear (mete-me muita confusão o esfaqueamento, muito mais que um tiro) a torto e a direito malta inocente. É o objectivo do jogo. Podes, deves e se calhar até tens de fazer isso.

 

Eu acho que é completamente despropositado e ridículo. Ainda para mais nos dias de hoje, onde volta e meia lá há um maluco a matar gente numa escola ou assim.

Se é ridículo pegar num Doom para colocar a culpa, como se faz no caso do Hatred? Não passa a haver uma ligação directa entre um jogo e a realidade, sendo que o objectivo do jogo é matar pessoas inocentes de forma violenta, com a filosofia de "vou matar até morrer"?

Edited by Mini0n
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e ha uma clara diferença entre ler/ver alguém a matar como se faz nos outros meios, e controlar a personagem que faz isso tudo.

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Compreendo o vosso ponto de vista mas acho que estão a misturar realidade com ficção. Eu como ser mentalmente são que sou, consigo jogar este jogo sem querer ou sentir necessidade de ir para a rua repetir o que joguei.

 

O vosso problema é o facto de sentirem que é liberdade a mais, mesmo para um jogo ou o facto de alguém poder tirar ideias e sentir que também pode fazer isto na vida real?

Edited by Ilusi0n

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Não é por aí. Ninguém sente essa necessidade. Nem o meu problema é achar que posso fazer o que vejo nos jogos. Longe disso.

 

 

Falando por mim, não gosto, de num jogo, poder matar inocentes só porque sim. Muito menos execuções ou esfaqueamentos.

A missão do CoD, do aeroporto, por exemplo. Só a fiz para saber como era a história. De resto, até acho que a fiz sem matar ninguém.

Sim, é ficção e não é realidade. Mas há conceitos que, para mim, não devem ser abordados, ainda que ficção.

Como disse ao Lancer, é como se fazer um jogo em que somos um gajo que viola crianças. Hey, é só um jogo, não é a realidade, amrite?

 

Para mim é mais por aí. São temas frágeis demais para serem abordados.

 

 

 

Ainda sobre a transição ficção-realidade, só falei nisso porque culpar um Doom porque uns putos mataram outros numa escola foi ridículo. Mas não vejo muito ridículo se um gajo disser que o fez porque imitou uma certa missão do Hatred. Aí os elementos estão lá. O objectivo do jogo é matar inocentes até que a polícia te mate... a linha que separa as coisas fica muito fininha.

Edited by Mini0n

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@mini0n, I stand corrected.

 

 

Mas sobre o resto, há aí um assunto que entra numa área mais complicada e completamente ilegal em que há linhas muito definidas.

 

Já retratar um serial-killer num jogo filme ou livro não é ilegal.

 

Acho que o jogo está a ser mal interpretado.

As pessoas não tem problema em matar indiscriminadamente quando lhes é dada uma justificação moral fictícia, mas quando a justificação moral não existe sentem-se repugnadas. E eu acho que é precisamente isso que o jogo pretende fazer.

 

Onde quero chegar é, no mortal kombat, temos scenas de violência extrema, mas não há problema porque é para "salvar a humanidade".

Ou seja, se no Hatred eu dissesse que todas aquelas pessoas na rua foram mind-controlled por extraterrestres que querem dominar o nosso planeta então já nao havia problema?

 

IMO, para o Hatred ser removido então teriam de ser removidos outros jogos com ele.

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Sempre quis fazer o papel de vilão, eu gosto da ideia.

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Confesso que é o primeiro trailer de jogo que me faz impressão. Pareceu-me violência da mais pesada porque sim. Uma coisa é disparar sobre monstros, recriar uma guerra que opõe fações diferentes, ou atropelar alguém. Não joguei Postal mas se tinha alguma cena em que se espetava a arma no cú dos gatos e se disparava também me parece no mínimo estúpido, o que não falta para aí são crianças a maltratar gatos e de certeza que não precisavam de mais esse incentivo.

 

Também era aceitável ver um jogo em que um pedófilo anda na rua a violar crianças e a matá-las apenas porque é ficção? De modo a perceber, segundo os criadores do jogo, "what can push any human being a mass-murderer (raper/pedophile)".

 

"Something different, something that could give the player a pure, gaming pleasure." Se matar brutal e indiscriminadamente, de forma bastante bastante realística, é "pure gaming pleasure", os criadores passam demasiado tempo a jogar e são completamente alheados do mundo que os rodeia.

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@r0b

 

1- O jogo não é para crianças e existe um age rating por alguma razão. O postal 2 também não era um jogo para crianças. Está mais que provado que jogos não tornam as pessoas mais violentas nem as torna mais propícias a enfiar caçadeiras no derrière de gatos só por terem andado a jogar Postal2.

 

2- Isso que estás a sugerir é um crime como já expliquei e tem implicações morais muito diferentes das do Hatred. Portanto, não, não é permitido.

 

3- Estão a capitalizar no "shock factor". Não digo que acho correcto mas é a estratégia deles e aparentemente foi bem sucedida.

Edited by Lancer

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O que estou a sugerir é um crime tal como os que que se veem no jogo. Não percebo quais são as "implicações morais" muito diferentes que tem uma ou outra situação, a meu ver só aos teus olhos, porque aos meus, a brutalidade dos crimes que se vê no jogo, é tão mau quanto encarnares um pedófilo ou um violador. O vosso argumento baseou-se no facto de ser ficção e portanto nao poder ser misturado com realidade. Senão se mistura num caso não se mistura no outro e portanto aceitam-se ambos.

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Lembro me de haver mais ou menos o mesmo alarido com o Thrill Kill, bans e censuras quando saiu, até só o consegui ter em versão pipitchu, no final era um jogo meh que a malta queria jogar porque era polemico mas que no fundo não era grande espingarda.

Se este tiver uma historia bacana já não se perde tudo.

Se os putos não devem jogar este jogo então que os pais não comprem.

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@r0b

 

Não percebeste o que eu quiz dizer.

 

Retratar um serial-killer a chacinar a torto e a direito não é crime, já retratar o que sugeriste é crime e tem nome próprio.

 

 

 

Senão se mistura num caso não se mistura no outro e portanto aceitam-se ambos.

 

 

Então está na hora de banir o GTA.

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Já eu estou mortinho por esfaquear e matar... no jogo claro :trollface:


Esta frase nos States já me dava para ter o FBI a bater à porta :P Eu estou a brincar ouviram senhores da Judite?!

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1 review com algum bom senso...

short version: nada de especial, physics engine mto boa, pânico excessivo e desproporcionado sobre este jogo, não tão realista quanto a controvérsia fazia o jogo...

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