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Notícias Variadas sobre Temas em Geral


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É aleatório porque depende de quem tiver mais contas.

Antes tinhas a CS comprada por uma parte. Agora tens as redes sociais minadas de várias partes. Antes vias uma versão alterada da coisa. Agora vês várias versões alteradas das coisas.

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na tuga a "classe" política ainda não entendeu o poder das redes sociais

pensam que é mais eficaz, o raio do folheto na caixa do correio, que vai para a reciclagem ou então os carros de campanha a passar, que só irritam

a maioria das pessoas lê títulos de posts, ou seja para formatar opinião, temos de usar uma boa foto e um título forte, muito ao estilo de click bait, com o resumo em 2 linhas, para evitar que cliquem e abram

 

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O panfleto na caixa do correio, o carro do altifalante desafinado, os cartazes de campanha colados em todo o lado a sujar e poluir visualmente tudo que depois se eternizam nos sítios sem que jamais alguma vez alguém os remova. 

Já acabavam com tudo isso realmente, para além do dinheiro que custa é a poluição ambiental. 

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1 hour ago, cRaZyzMaN said:

na tuga a "classe" política ainda não entendeu o poder das redes sociais

(...)

Tanto o PS do Sócrates como o PSD do Relvas discordam já bastante de ti.
Curiosamente, esses dois visionários também são aquilo que nós já sabemos. :wacko:

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PSP abate mulher a tiro por engano
Carro foi confundido com viatura usada em assalto e condutor tentou atropelar polícias. PSP explica caso.
 

Uma mulher de 36 anos foi baleada por engano em Lisboa, depois de uma perseguição policial que começou em Almada e terminou na zona da Encarnação, em Loures. O gangue, que assaltou um multibanco na Avenida Bento Gonçalves, em Almada, conseguiu escapar à polícia.

A vítima foi atingida no pescoço quando seguia de carro na zona da Encarnação, depois de a viatura onde seguia ter sido mandada parar pelas autoridades. Segundo explica a PSP em comunicado, o carro em questão era do mesmo modelo e da mesma cor da viatura usada pelos assaltantes de Almada, que estava em fuga. O condutor não obedeceu à ordem de paragem e, segundo a PSP, terá tentado atropelar agentes policiais. Convencida de que se tratava do carro do assalto ao multibanco, a polícia disparou.

O condutor não respeitou a ordem da PSP e a mulher acabou por ser baleada. A polícia revelou na manhã desta quarta-feira que o condutor não tinha carta de condução. Terá sido essa a razão que o levou a fugir. Foi detido por este delito e também por desobediência ao sinal de paragem e condução perigosa.

http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/alerta-cm--mulher-morre-com-tiro-acidental-em-lisboa-apos-perseguicao-policial?ref=HP_Destaque

  • Facepalm 1
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Operação Stop

Não pára

Alegadamente tenta atropelar agentes ao fugir

Alegadamente não possui carta de condução

 

PS: A isto tudo, junta-se o azar de estar no local errado à hora errada e com o modelo de carro e cor tb errados.

 

Edited by Kinas_
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João Lourenço, o militar que fez xeque mate ao clã Eduardo dos Santos

João Madeira

07:50

De uma penada, Presidente angolano retirou poder e negócios a três dos filhos de José Eduardo dos Santos. Quem esperava uma transição suave enganou-se.

Antes de ser escolhido pelo MPLA para suceder a José Eduardo dos Santos, João Lourenço era visto como um homem do regime. Conhecido pela dedicação ao partido, pelo “espírito de corpo” e sentido de Estado, teve uma ascensão quase ininterrupta desde a independência do país até chegar ao mais alto da nação angolana.

Quem esperava uma transição suave – a maioria dos observadores – enganou-se. Lourenço é hoje encarado como o homem que está a provocar uma revolução no regime. Exonerou Isabel dos Santos da presidência da petrolífera Sonangol, acabou com o contrato que a televisão pública TPA mantinha com ‘Tchizé’ e ‘Coreon Du’, outros dois filhos de José Eduardo dos Santos. Há quem antecipe que o próximo alvo será José Filomeno dos Santos, outro dos filhos do ex-chefe de Estado, que gere o Fundo Soberano de Angola. Jogador de xadrez, fez a mais ousada das jogadas.

A avaliação do jornalista e ativista Rafael Marques, numa entrevista recente ao Expresso, é reveladora:”A UNITA é uma oposição formal, política e efetiva não existe. É uma oposição que é feita pouco antes das eleições, mas no quotidiano não existe. Neste momento, o maior opositor do regime é o João Lourenço”.

Antes das eleições, Paulo Guilherme, editor do Africa Monitor, que presta serviços de análise estratégica sobre países africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), definia ao Jornal Económico o perfil do então candidato do MPLA às eleições presidenciais.“O seu pensamento político é o pensamento do partido. Não é uma figura carismática, mas pela sua antiga militância e relevo dos cargos ocupados no partido, ao nível da coordenação, e no governo, mais recentemente em pastas sensíveis como a Defesa, conhece o aparelho partidário provavelmente como ninguém”. O facto de ter “o reconhecimento e o respeito da hierarquia militar dá-lhe condições únicas” para atuar, apontava o analista, que na altura se pensasse que esse poder iria ser utilizado para uma transição suave e para unificar o partido. Não foi assim.

Diferendo antigo com José Eduardo dos Santos

O historial de Lourenço já indiciava que a cohabitação com José Eduardo dos Santos não seria pacífica. Em 2003, José Eduardo dos Santos tinha dado indicações de que iria retirar-se. Lourenço apareceu em público a defender que a palavra do Presidente tinha de ser cumprida e isso foi o suficiente para o secretário-geral do MPLA ser visto como uma fonte de contestação ao poder do Presidente. Houve consequências. Foi afastado de secretário-geral e a travessia no deserto só foi ultrapassada em 2014, quando foi nomeado ministro da Defesa.

Agora, o apoio das forças armadas é determinante no embate com o clã do ex-presidente. O gene político de João Lourenço tem antecedentes militares. Nascido há 62 anos na cidade do Lobito, conviveu desde novo com a contestação da família ao regime de Salazar. O pai, um enfermeiro do Porto do Lobito nascido em Malange, foi um dos opositores à ditadura portuguesa e a família sofreu na pele essa opção. João teve de fazer os estudos primários e secundários na província do Bié, onde o pai esteve em regime de residência vigiada durante dez anos, depois de ter estado detido três anos na prisão de São Paulo, em Luanda, pela atividade política clandestina.

Depois de completar os estudos no então Instituto Industrial de Luanda, que coincidem com o final da ditadura em Portugal, junta-se à luta de libertação nacional. Participa em combates na fronteira contra a coligação FNLA/Exército Zairense e, a partir do morro do Tchizo em Cabinda, integra o primeiro grupo de combatentes que entraram em território nacional.

É enviado para a União Soviética com uma bolsa de estudo e frequenta a Academia Superior Lénine entre 1978 e 1982. Tem formação militar com os soviéticos e do frio também trouxe um canudo em Ciências Históricas. Esteve envolvido na guerra em diferentes escalões militares, e hoje é general na reserva. Os estudos na União Soviética incutiram-lhe a doutrina marxista-leninista, mas no final dos anos 90 o MPLA reviu o seu posicionamento e incorporou uma visão mais pró-mercado.

O ímpeto reformista só poderia ser avaliado quando José Eduardo dos Santos sair de cena definitivamente. “Há uma nova geração no MPLA, muitos deles filhos da elite formados no estrangeiro, que anseia por assumir cargos de governação que muitas vezes estão reservados, por critério de antiguidade, a personalidades de maior renome e com carreiras políticas mais longas. Lourenço terá de gerir esta tensão”, acrescentava o analista.

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/joao-lourenco-o-militar-que-fez-uma-razia-ao-cla-eduardo-dos-santos-233375

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A ascensão e queda de Mugabe em cinco actos

António Sarmento

Ontem 13:05

Lidera o país desde que a nação obteve a independência do Reino Unido, em 1980. A economia está degradada, os níveis de desemprego são muito elevados, e escasseiam os alimentos para a população.

1 – Instabilidade e economia decadente

Desde a sua independência, o Zimbábue esteve sob o poder do presidente Robert Mugabe. Em 1980, tomou o poder e até trouxe estabilidade ao país. Porém, a situação mudou muito de lá para cá: Mugabe preside um país politicamente instável e com uma economia decadente. Este país africano já ficou tradicionalmente conhecido como o terceiro maior produtor de tabaco e o celeiro para os países vizinhos, frequentemente obrigados a importar comida. A economia deste país da África Austral, arruinada por décadas de subida de preços, atingiu os 2200% de inflação anual em março de 2007. O dólar é a moeda oficial do Zimbabwe desde 2009, mas a lutar contra a enorme escassez da moeda norte-americana, o país tomou no ano passado uma decisão: criar uma nova moeda, uma “nota de obrigação”, que ajudará a contornar o problema.  “Nós não precisamos de uma nova moeda, é claramente um roubo aos cidadãos. O que aconteceu com o dólar Zim é exatamente o que vai acontecer com esta moeda. Já nos roubaram o dinheiro real”, disse um morador de Harare, citado pela Euronews.

2 – Confrontos com opositores políticos

Pertencente à uma tribo denominada shona, filho de um fazendeiro local, Mugabe foi educado numa escola de jesuítas. Professor primário na antiga Rodésia, Zâmbia e Gana, obteve uma licenciatura em Economia na Universidade de Londres. A nível político participou no movimento de Joshua Nkomo, a União Popular Africana do Zimbábue (ZAPU), em 1960 e três anos mais tarde funda a União Nacional Africana do Zimbábue – Frente Patriótica (ZANU-PF).  Torna-se primeiro-ministro da ex-Rodésia (já depois do fim do governo liderado por Ian Smith) em 1980, ao vencer as primeiras eleições democráticas. Em 1982 passa a liderar o país sozinho, rompendo a coligação de Unidade Nacional de dois anos com Joshua Nkomo. Este processo de separação originou violentos confrontos entre as duas fações.

3 – Despedir o vice-presidente com ligações às forças armadas

A atual crise ocorre a um ano das próximas eleições, quando Mugabe já tinha anunciado que se voltaria a candidatar. No entanto, o estado de saúde do presidente fragilava a cada dia que passava. No mês de julho, Mugabe viajou pela terceira vez rumo a Singapura por razões médicas, o que levou a oposição a afirmar que o Presidente, de 93 anos, está a governar o Zimbabwe a partir de uma cama de hospital, citava o Guardian.
A tensão aumentou na semana passada depois de Mugabe ter despedido o seu vice-presidente, Emmerson Mnangagwa, de 75 anos, com fortes ligações aos militares. Pouco depois, o chefe das Forças Armadas, o general Constantino Chiwenga, condenou a demissão do vice-presidente do país, e avisou que o exército poderia “intervir”.

4 – A figura controversa de Grace Mugabe

A instabilidade dentro do partido do poder, o Zanu-PF, levou a que esta força política acusase o chefe das forças armadas de “traição”. Também a primeira-dama, Grace Mugabe, é vista como uma figura bastante controversa, tendo bastantes adversários dentro do partido e no governo. Hoje, o exército do Zimbabué anunciou que tem sob custódia o presidente e a mulher, controla os edifícios oficiais e patrulha as ruas da capital, após uma noite de agitação que incluiu a tomada da televisão estatal. A ação dos militares gerou especulação quanto a um golpe de estado, mas os apoiantes dos militares disseram tratar-se de uma “correção sem derramamento de sangue”.

5- Exército nega golpe

“Estamos apenas a visar criminosos em torno dele [Robert Mugabe] que cometem crimes que estão a causar sofrimento económico e social no país, de modo a levá-los à justiça”, afirmou o exército através da televisão estatal, que foi ocupada pelos militares. No entanto, Mugabe terá comunicado com o presidente sul-africano, Jacob Zuma, dizendo-lhe que se encontra confinado a sua casa, mas que está bem.

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/a-ascensao-e-queda-de-mugabe-em-cinco-actos-233025

África está ao rubro :-..

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Em Angola ou o actual presidente vai ter uma vida curta, ou de alguma forma estas opções estão a ser tomadas para "ilibar" a família do ex-presidente. Aposto que daqui por um ano começam a aparecer mega fraudes nessas empresas e a culpa vai cair por cima dos que agora vão para lá.

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Nunca tiveram hipóteses.

Also,

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Presidente alemão quer mais negociações para resolver “situação sem precedentes”

Steinmeier falou esta segunda-feira, depois de o líder do FDP, Christian Lindner, ter anunciado que o seu partido se retirava das negociações, deixando Merkel sem coligação.

 

20 de Novembro de 2017, 14:06 actualizada às 14:31Partilhar notícia

 

Frank-Walter Steinmeier pediu responsabilidade aos políticos alemães REUTERS/AXEL SCHMIDT

O Presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier, considera que o país enfrenta agora uma “situação sem precedentes na história da democracia alemã”, depois de o partido de Merkel não ter conseguido formar um governo maioritário. 

Steinmeier sublinha que todos os partidos têm a responsabilidade de tentar formar governo e lembra que os países vizinhos estão atentos e irão ficar “alarmados”, se os políticos alemães não assumirem o seu papel. 

Negociações para nova coligação de Merkel colapsam

O Presidente alemão reconhece a dificuldade em formar um governo, mas lembra que esta é uma responsabilidade da qual os políticos “não podem fugir”, acrescentando que devem actuar no interesse e bem-estar do país.

Merkel procurava até aqui formar uma coligação entre a sua CDU-CSU, os Verdes e o FDP, mas neste domingo o líder do FDP, Christian Lindner, anunciou que o seu partido se retirava das negociações, alegando diferenças irreconciliáveis com os dois partidos. 

O Presidente anunciou também que vai reunir-se com todos os partidos envolvidos nas negociações.

Martin Schulz, líder do Partido Social-Democrata (SPD), também falou esta segunda-feira e defendeu que o país deve avançar para novas eleições, reafirmando a indisponibilidade do seu partido formar novamente uma grande coligação com Merkel.

“Os eleitores alemães devem ter a oportunidade de reavaliar a situação política do país depois de as negociações para formar governo terem falhado”, considerou Martin Schulz, citado pela agência Reuters.

O SPD esteve coligado com a União Democrática Cristã (CDU/CSU) de Angela Merkel durante os últimos quatro anos, mas os maus resultados nas eleições de Setembro levaram o partido a anunciar que assumiria o papel de oposição a Merkel.

Fraquinhos, metam os olhos na nossa geringonça -_-

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3 hours ago, Spark said:

Porto está fora da corrida à Agência do Medicamento

https://eco.pt/2017/11/20/ema-porto-esta-fora-da-corrida/

:(

 

Sobre a Agência do Medicamento, foi isto que escrevi durante a tarde no FB.

Acredito que Lisboa ainda teria chances... mas assim, foi o "orgulho" que nos f*deu.

Quote

 

Contra o Centralismo de Lisboa, marchar, marchar...

Caros amigos(as) dessa "grande Nação do Norte" a cegueira e teimosia que vos têm conduzido num caminho populista contra o "Centralismo de Lisboa", desta vez resultou num belo exemplo a não repetir!

Confesso que, como Bejense, como alguém que conhece as assimetrias do nosso País, fundamentalmente daquela faixa Interior esquecida e relegada, também fico incomodado com algumas das opções que teimam em beneficiar a Grande Área Metropolitana de Lisboa em detrimento de outros investimentos que poderiam ter em vista o combate às disparidades do País.

Mas o que me move não é dor de cotovelo nem o populismo fácil do "Centralismo de Lisboa". Antes pelo contrário, é o CONHECIMENTO e o PLANEAMENTO!

Não, não era mais uma Agência Europeia qualquer. Era apenas o "ex-libris" das Agências Europeias, mas a troco de uns "pontos" em favor da "causa do Norte", a politiquice sobrepôs-se mais uma vez sobre o interesse nacional!

Desta vez meus amigos, o vosso orgulho e insensatez levou a melhor e não foi o Porto que perdeu, foi Portugal!

Estão de parabéns! #PORTUGALMERECEMAIS

 

 

Edited by cyberurbis
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32 minutes ago, Spark said:

Mas quem disse que se fosse Lisboa isto estava no papo?

Porque pareceu que sim ao ler o teu post. Erro meu?

 

Não disse que estava no papo. Lisboa está na "moda" e certamente teria outro resultado.

Quando surgiu a notícia de Lisboa os funcionários da Agência mostraram logo preferência. Sol, luz, nível de vida... 


Só pretendi afirmar que este foi um tiro que saiu pela culatra. Afinal de contas, quando o Costa "puxou" o tapete ao Medina para ser o Porto e não Lx, o Pizarro ainda estava coligado com o Rui Moreira. O Costa fez a vontade ao Rui Moreira para marcar uns "pontos" e mesmo assim as comadres zangaram-se.

Politiquice 1 - Portugal 0

:y:

 

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