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O Tópico Da Crise


Vasco G
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O euro vai cair?  

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  1. 1.

    • Claro que vai
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    • Nunca na vida
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    • Não faço puto de ideia
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Para que o tópico "Portugal à Beira da Bancarrota" não sirva para tudo e acabe por ser um bocado não conformidade recheada de off topic fica aqui um tópico para a crise em geral, notícias relacionadas com o que se passa lá fora, UE, Agências de Rating, resgates, etc.

Imposto

França e Alemanha querem discutir taxa Tobin no G20

Económico com Lusa

28/08/11 12:56

O ministro francês da Economia espera que a proposta esteja pronta para a próxima reunião do G20.

François Baroin disse, numa entrevista hoje publicada pelo Journal de Dimanche, que a França e a Alemanha ainda não têm "uma posição definitiva" sobre alguns aspectos como por exemplo a definição do cobrador do imposto (Comissão Europeia ou Estados-membros) e a percentagem a aplicar.

Paris e Berlim esperam apresentar "uma posição concreta" a Bruxelas já em Setembro, segundo o ministro. No último encontro bilateral entre o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, a taxa Tobin foi discutida.

Este imposto foi idealizado pelo economista norte-americano James Tobin em 1972, consistindo na aplicação de uma pequena taxa sobre os fluxos de capital para dissuadir os especuladores e criar novas receitas para os cofres públicos.

A França e a Alemanha esperam conseguir avanços "na reunião do G20", que decorrerá nos dias 3 e 4 de Novembro, disse o ministro francês. Por outro lado, numa entrevista hoje publicada pelo jornal alemão Bild am Sonntag, Angela Merkel mostrou-se convicta que a crise na zona euro não fará disparar a inflação, voltando a afastar a ideia de criação de eurobonds (obrigações europeias) e expressando a sua convicção de que a Europa sairá fortalecida da actual situação.

"Compreendo a preocupação dos cidadãos mas posso afirmar que os receios sobre um aumento da inflação é injustificado. Não existe nenhum indício nesse sentido", afirmou a chanceler, realçando que a moeda única europeia "deve continuar a ser uma divisa estável" com os esforços feitos pelo Banco Central Europeu (BCE) para conter a inflação.

Sobre os eurobonds, Merkel disse serem "um instrumento absolutamente erróneo para superar a crise", considerando que "com eles a Europa não conseguirá o objectivo de atacar de raiz o enorme endividamento de vários países. Os eurobonds não fariam mais do que facilitar a criação de dívida".

Por fim, Merkel mostrou-se esperançada que a Alemanha e a União Europeia saiam mais estáveis e competitivas da crise.

Opinião

Emergentes não vão salvar o mundo

Dani Rodrik

28/08/11 16:15

Numa economia mundial com cada vez menos focos de grande crescimento, são muitos os que depositam as suas esperanças nas economias emergentes e em desenvolvimento.

Foram muitos os países que registaram um crescimento muito rápido na última década, tendo a sua maioria recuperado rapidamente da crise de 2008-2009.

O optimismo abunda. O Citigroup prevê que o PIB real venha a crescer mais de 9% ao ano na Nigéria e na Índia, e mais de 7% no Bangladesh, Indonésia e Egipto nas próximas duas décadas. Num estudo recente do Peterson Institute for International Economics, Arvind Subramanian avança com projecções segundo as quais a produção conjunta das economias em desenvolvimento e emergentes vai crescer a uma média anual de 5,6% nesse espaço de tempo. Se estiverem certos, os países em desenvolvimento darão uma contribuição substancial para o conjunto da procura nos países ricos e em dificuldades, garantindo ao mesmo tempo um crescimento constante da economia mundial. E vamos assistir a um impressionante colmatar desse fosso entre ricos e pobres na nossa história.

Infelizmente, estas previsões são em grande medida extrapolações do passado recente e não atentam nos sérios impedimentos estruturais que se fazem sentir. Os problemas da China estão já identificados. O crescimento do país foi alimentado por um excedente comercial em franco crescimento e que atingiria níveis insustentáveis. Os líderes da China têm que repensar a sua economia e afastarem-se da sua produção virada para as exportações e centrarem-se nas fontes internas de procura, ao mesmo tempo que terão que resolver o problema da perda de postos de trabalho e a agitação social que uma reestruturação deste tipo provavelmente gerará. A China conseguiu, felizmente, desenvolver com sucesso indústrias modernas, algo que continua a ser uma tarefa hercúlea para a maioria dos países.

A Índia, por seu lado, marcou pontos na área das TI e dos serviços, mas vai ter que alargar a sua base de fabrico se quiser que a sua economia gere empregos decentes para uma imensa força de trabalho com baixas aptidões e manter o crescimento.

Já na Nigéria, o emprego formal baixou devido a uma contracção do sector público, privatizações, liberalização do comércio e ausência de criação de empregos em novas indústrias. Os trabalhadores estão a regressar aos campos de onde vieram.

Na América Latina, a concorrência global permitiu ganhos de produtividade no sector transformador e na agricultura não tradicional. Mas os ganhos limitam-se apenas a alguns segmentos da economia. A mão-de-obra migrou para sectores de serviço menos produtivos e para actividades informais. No Brasil, por exemplo, apesar do desempenho excepcional no ano passado, a taxa de crescimento médio na última década é agora apenas uma fracção daquilo que o país conseguiu durante décadas antes de 1980.

Outros países há que estão presos com níveis insustentáveis de empréstimos estrangeiros. A Turquia cresceu rapidamente, apesar dos baixíssimos níveis de poupança externa, graças a um défice de contas correntes que não pára de aumentar.

Neste cenário, os optimistas acreditam que desta vez vai ser diferente, uma vez que as políticas e as instituições melhoraram grandemente no mundo em desenvolvimento. E apontam o empenho desses países no sentido da estabilidade macroeconómica, abertura à economia global e melhor governança (de que é um exemplo a expansão da democracia e o fim das guerras civis em África). Mas estas mudanças servem sobretudo para reduzir os riscos de crises, não constituem um motor de crescimento.

O crescimento sustentado, do tipo que meia dúzia de países na Ásia conseguiram gerar, exige mais do que soluções macroeconómicas convencionais e políticas de abertura. Exige políticas activas para promover a diversificação económica e fomentar mudanças estruturais de actividades pouco produtivas (como é o caso da agricultura tradicional e das actividades informais) para actividades de maior produtividade. Para tal, será necessário recanalizar a força de trabalho para sectores em alta, como é o caso do fabrico formal. Esta transformação estrutural é raramente fruto de forças de mercado isoladas. É normalmente resultado de intervenções não convencionais que vão do investimento público ao crédito subsidiado, das necessidades internas de contenção as moedas subavaliadas. Mas foram poucos os países que conseguiram gerir bem estas políticas industriais.

Uma complicação adicional reside no facto de os responsáveis políticos nos Estados Unidos e na Europa há muito que deixaram de ver os subsídios e a desvalorização das moedas nos países em desenvolvimento como benigno. Dados os elevados níveis de desemprego e a situação de estagnação da economia, provavelmente vão-se opor de forma mais veemente a estas políticas. Daí que as políticas que os optimistas esperam que venham a sustentar o crescimento nos mercados emergentes provavelmente não funcionarão, enquanto as políticas que proporcionam, crescimento provavelmente não serão permitidas pelos países industriais. O crescimento no mundo em desenvolvimento provavelmente será episódico e demasiado fraco para fazer disparar a economia mundial.

Itália

Cidade italiana tenta independência para fugir à austeridade

Pedro Duarte com foto de Reuters

29/08/11 16:04

A pequena cidade de Filettino começou a cunhar a sua própria moeda e quer separar-se do Estado italiano em protesto contra a austeridade.

O presidente da Câmara da Filettino, Luca Sellari, decidiu avançar com o processo de separação da cidade da Itália, depois das novas reformas económicas do governo terem determinado o fim de todos os municípios com menos de mil pessoas. Com apenas 550 habitantes, Filettino iria passar a integrar a localidade de Trevi, que fica a 10 quilómetros de distância, perto de Roma.

Indignado com esta possibilidade, Sellari determinou que a cidade irá passar a ter a sua própria moeda, o ‘fiorito', enquanto que já estão disponíveis camisas e garrafas de vinho com o novo brasão da nação. O presidente da Câmara afirmou aos jornalistas locais que "com um pouco de empenho" irá conseguir a independência, estando a população entusiasmada com a ideia de secessão, já que "necessita de uma alternativa distinta à proposta pelo Governo" de Berlusconi.

Sellari planea tornar Filettino num principado, à semelhança de São Marino, um outro Estado independente dentro de Itália. O Principado de Filettino lançou entretanto a sua própria página na internet, para divulgar a sua tentativa de independência.

A reforma dos municípios e regiões italianos como parte de uma medida para reduzir a despesa pública em mais de 45 mil milhões de euros é uma das medidas mais polémicas do novo plano de austeridade do governo de Berlusconi, e gerou hoje uma manifestação de protesto de cerca de um milhar de autarcas italianos na cidade de Milão.

Segunda localidade italiana com moeda própria

Não é a primeira vez que uma localidade se tenta separar de Itália, sendo que desde o final da Segunda Guerra Mundial que o Principado de Seborga, situado na costa da Ligúria, se recusa a integrar a nação, depois do seu nome não ter sido incluído no tratado que fundou a República Italiana, em 1946.

Embora não seja reconhecido por nenhum país do mundo, Seborga possui um território com 14 quilómetros quadrados e quase quatro mil habitantes. O país é governado pelo seu chefe de Estado, o Príncipe Giorgio I, que lidera um governo com nove ministros. A moeda do principado é o ‘Luigini', com um valor estimado de 4,12 euros, sendo que o país também emite os seus próprios selos e possui representações consulares em dez outras nações, incluindo na Alemanha, França, Espanha e Itália.

Não pertencendo ao espaço Shengen, as fronteiras de Seborga são guardadas por postos fronteiriços próprios, guarnecidos pela polícia do principado. Em 2007, o tribunal de São Remo deu razão à causa das autoridades seborguesas, tendo determinado que a Justiça italiana não é aplicável dentro do seu território. Tal como Filettino, Seborga tem uma página na internet onde explica a sua história e mostra o país a quem o quiser conhecer.

Isto é cómico lol2.gif mas é uma boa solução para a Madeira 14.gif e para o Porto devil.gif

Edited by vasco gonçalves
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Berlusconi desiste do imposto sobre os mais ricos

O governo italiano decidiu retirar no plano para o próximo biénio o chamado imposto de solidariedade que previa o agravamento em 5% dos rendimentos acima de 90 mil euros e em 10% os que ultrapassavam os 150 mil euros.

A decisão foi hoje tomada durante a reunião mantida entre Silvio Berlusconi e Umberto Bossi, da Liga Norte, seu aliado no governo. Em comunicado emitido após o encontro, o executivo informou que o imposto seria substituído por "novas medidas fiscais que têm como objectivo eliminar os abusos do registo de propriedade e de inscrição do património em nome de terceiros para fugir ao pagamento de impostos, assim como a redução das vantagens fiscais a sociedades cooperativas".

Diário de Notícias

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Congresso espanhol aceita “tomar em consideração” alteração da Constituição para limitar o défice

30.08.2011 - 13:10 Por Lusa

O Congresso de Deputados espanhol aprovou hoje “tomar em consideração” a alteração do artigo 135.º da Constituição para impor um limite ao défice, com os votos a favor dos maiores partidos.

José Bono, presidente do Congresso, anunciou que a tramitação urgente da alteração constitucional contou com 318 votos a favor, 16 contra e duas abstenções.

“De acordo com este sistema de urgência, acordou a junta de porta-vozes reunir o plenário, no próximo dia 2 de Setembro, para o debate e votação da proposta. As emendas podem ser apresentadas até às 14h00 de quinta-feira”, explicou.

A lei orgânica deverá estar aprovada até 30 de Junho de 2012, com os limites de défice estrutural em vigor a partir de 2020.

A alteração constitucional conta com o acordo do PSOE e do PP, mas é criticada pelos restantes partidos, que querem um referendo, pelos sindicatos e por várias organizações civis, incluindo o “Movimento 15M” e o movimento “Democracia Real Já”.

Protestos marcados

Várias acções de protesto estão programadas para hoje e para os próximos dias de contestação à proposta, culminando com uma grande manifestação no dia 6 de Setembro, data previsível da aprovação definitiva da alteração constitucional pelo Senado.

O texto de revisão, acordado pelo PSOE e pelo PP determina que “todas as Administrações Públicas adequarão as suas acções ao princípio de estabilidade orçamental”, não podendo “incorrer num défice estrutural que supere as margens estabelecidas, se for o caso, pela UE”.

O défice estrutural máximo permitido ao Estado e às Comunidades Autónomas será determinado por uma lei orgânica, com base no Produto Interno Bruto (PIB) desse momento, sendo necessárias autorizações por lei “para emitir dívida pública ou contrair crédito”.

“Os créditos para satisfazer os interesses e o capital da dívida pública das Administrações entender-se-ão sempre incluídos no estado de despesas dos seus orçamentos e o seu pagamento gozará de prioridade absoluta”, segundo a proposta.

Dívida limitada pela UE

“O volume de dívida pública do conjunto das Administrações Públicas em relacionamento ao Produto Interno Bruto do Estado não poderá superar o valor de referência estabelecido no Tratado de Funcionamento da UE”, sublinha.

Ainda assim, a revisão permite que os limites de défice estrutural e de volume de dívida pública sejam superados, mas apenas “em caso de catástrofes naturais, recessão económica ou situações de emergência extraordinária que escapem ao controlo do Estado e prejudiquem consideravelmente a situação financeira ou a sustentabilidade económica ou social do Estado, apreciadas pela maioria absoluta dos membros do Congresso dos Deputados”.

Para a lei orgânica remetem-se questões como a distribuição dos limites de défice e de dívida entre as diferentes Administrações Públicas, “os pressupostos excepcionais de superação dos mesmos e a forma e prazo de correcção dos desvios que sobre um e outro se pudessem produzir”.

Definirá ainda “a metodologia e o procedimento para o cálculo do défice estrutural” e a “responsabilidade da cada Administração Pública em caso de não cumprimento dos objectivos de estabilidade orçamental”.

Queda brusca do indicador europeu de confiança

30.08.2011 - 11:14 Por Paulo Miguel Madeira

O indicador de confiança económica na Europa teve uma queda brusca em Agosto, de 4,7 pontos na UE e cinco pontos na zona euro, anunciou hoje a Comissão Europeia.

Aquelas quedas, para 98,3 pontos na zona euro e 97,3 na UE, resultaram de uma deterioração de geral da confiança em todos os sectores, particularmente fortes nos serviços, comércio a retalho e entre os consumidores que conduziu estes indicadores para o seu nível mais baixo desde Maio de 2010, lembra a agência Bloomberg.

Esta foi a maior queda deste indicador desde Dezembro de 2008, quando se vivia o auge da crise financeira que após a falência do banco norte-americano Lehman Brothers quase fez implodir o sistema financeiro ocidental.

O indicador de confiança europeu estava já em queda desde Maio na zona euro e na UE, mas esse movimento acelerou em Agosto.

Entre os grandes países europeus, a Alemanha e o Reino Unido sofreram as maiores quedas de confiança, de respectivamente 5,7 e 5,6 pontos, seguidas da Polónia (-5,7). Em Itália e Espanha as quedas foram mais modestas, respectivamente -0,7 e -0,3.

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E a crise já chegou à fast food

Lucros da empresa da Pizza Hut e Burguer King caem 36 por cento

31.08.2011 - 12:52 Por Ana Rute Silva

Crise no consumo arrasta negócio da Ibersol de restauração rápida para quedas nas vendas e nos lucros

A Ibersol, empresa que explora em Portugal as marcas de restauração rápida Burguer King, Pizza Hut ou Pans & Company, não conseguiu dar a volta à contracção no consumo e os lucros no primeiro semestre caíram 36 por cento face ao período homólogo de 2010, para 3,5 milhões de euros.

Com a crise, houve uma transferência de vendas dos restaurantes de serviço à mesa para os balcões, e com uma maior agressividade nos preços a margem bruta do grupo desceu. No comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a Ibersol refere que “a degradação da margem foi evolutiva ao longo de 2010 e neste trimestre verifica-se uma estabilização face ao trimestre anterior”.

O volume de negócios também desceu 7,5 por cento para os 93,4 milhões de euros, consequência do travão no consumo privado. Das onze marcas e negócios detidos pela Ibersol em Portugal, apenas a insígnia KFC (Kentucky Fried Chicken) conseguiu aumentar as vendas para 4,47 milhões de euros, um aumento de 6,7 por cento. A maior descida foi protagonizada pelo catering: facturou 2,5 milhões de euros, menos 20 por cento do que no primeiro semestre de 2011. Este negócio foi “particularmente afectado pela crise” e apesar de ter efectuado o mesmo número de eventos, as tipologias escolhidas pelos clientes foram mais económicas, explica a empresa.

Em Espanha, onde a Ibersol tem a Pizza Móvil, a Pasta Café e a Burguer King, a tendência foi semelhante. As vendas cifraram-se nos 22,22 milhões de euros, menos 8,9 por cento face aos primeiros seis meses do ano passado. A Pasta Café teve a pior performance, com quebras que chegaram aos 27,5 por cento. No comunicado, a Ibersol admite que “tarda a inversão da tendência negativa das vendas, contudo a Pizza Móvil no segundo trimestre desacelerou o ritmo de perda, consequência de uma maior eficácia promocional”.

A empresa portuguesa vai manter uma política agressiva de preços e continuar a cortar custos.

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Mais uma vez, o chico espertismo em alta... crise???

Condutores fingem avarias para regressar das férias sem pagar (vídeo)

Pagar combustível e portagens para regressar a casa após as férias pode sair caro, bem caro. A pensar nisso, há condutores que burlam as seguradoras e acionam a assistência em viagem para voltar sem pagar.

No final das férias no Algarve, há condutores que fingem avarias nos seus carros para fugirem aos gastos em portagens e em combustíveis, no regresso a casa, avança hoje a SIC.

A estratégia passa por acionar a assistência em viagem, para rebocar o carro até casa e ser transportado de táxi, sem qualquer custo. As burlas às seguradoras sucedem-se.

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/condutores-fingem-avarias-para-regressar-das-ferias-sem-pagar-video=f671191#ixzz1WhMtOA6u

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Noticia da BBC

Portugal's jobless graduates flee to Africa and Brazil

Thousands of young unemployed professionals are escaping Portugal's crippling economic crisis by finding jobs in former colonies, such as Brazil and Angola. The reversal of traditional migration patterns is fuelling talk of a "lost generation".

Fica a intro, artigo completo e interessante a ler em:


http://www.bbc.co.uk/news/world-14716410
[/CODE]

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Mais uma vez, o chico espertismo em alta... crise???

Condutores fingem avarias para regressar das férias sem pagar (vídeo)

Pagar combustível e portagens para regressar a casa após as férias pode sair caro, bem caro. A pensar nisso, há condutores que burlam as seguradoras e acionam a assistência em viagem para voltar sem pagar.

No final das férias no Algarve, há condutores que fingem avarias nos seus carros para fugirem aos gastos em portagens e em combustíveis, no regresso a casa, avança hoje a SIC.

A estratégia passa por acionar a assistência em viagem, para rebocar o carro até casa e ser transportado de táxi, sem qualquer custo. As burlas às seguradoras sucedem-se.

Ler mais: http://aeiou.express...1#ixzz1WhMtOA6u

Isso já é mais velho que o pai natal... xD

Quanto aos limites orçamentais na lei, vão fazer o que, demitir o governo se não os cumprir, puni-los judicialmente?

Então e se o limite for 80% do PIB, no ano anterior estiver a 79% e nesse ano for impossível o défice ser menor que 1%... fazemos o que, punimos o governo desse ano?

Mas que sentido é que o limite de défice faz? É mais uma politica que nada vem melhorar, apenas serve para lavar os olhos dos cidadãos e mais uma vez é fugir aos problemas propriamente ditos...

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Noticia da BBC

Portugal's jobless graduates flee to Africa and Brazil

Thousands of young unemployed professionals are escaping Portugal's crippling economic crisis by finding jobs in former colonies, such as Brazil and Angola. The reversal of traditional migration patterns is fuelling talk of a "lost generation".

Fica a intro, artigo completo e interessante a ler em:

http://www.bbc.co.uk/news/world-14716410

isso n e novidade nenhuma...

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Sério? unsure.png

Tens andado aonde nos ultimos tempos?

E preciso um "artigo" da BBC para dares conta da fuga de pessoas la para fora (o "brain drain" e relativo - estamos a perder licenciados, mas na verdade, estamos a formar muitos quando sabemos que nao ha saidas no mercado interno para todos)?

E eu que pensava que vivias neste mundo...

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  • 2 weeks later...
Crise

Grécia diz que vai cumprir acordo e desmente 'default'

Alberto Teixeira

09/09/11 19:30

O ministro das Finanças grego desmentiu hoje os rumores de incumprimento, assegurando que o país está comprometido com a "implementação completa" do plano de resgate.

"Esta não é a primeira vez que a Grécia é atingida por um onda organizada de rumores sobre um incumpimento", referiu Evangelos Venizelos em comunicado citado pela Bloomberg. "São piadas de mau gosto, direccionadas contra a zona euro e o euro", acrescentou.

No mesmo depoimento, o ministro das Finanças grego declarou que o Governo está comprometido "implementação completa" do segundo plano de ajuda internacional de 159 mil milhões de euros, acordado a 21 de Julho, bem como "as obrigações decorrentes de seus acordos com seus parceiros institucionais".

As declarações de Venizelos surgem depois de o FMI ter anunciado hoje que marcou uma reunião de emergência com o Governo grego para a próxima quarta-feira, perante o impasse nas negociações entre a 'troika' e Atenas na atribuição dos fundos de resgate ao país.

Alemanha prepara 'plano B' para os bancos em caso de incumprimento da Grécia

Económico com Lusa

09/09/11 20:07

O governo alemão está a ultimar um plano para proteger os bancos caso a Grécia entre em incumprimento.

O plano de emergência envolve medidas de apoio aos bancos e seguradoras face a perdas eventuais de 50% na dívida grega detida pelas instituições financeiras alemãs, isto, caso os líderes europeus não cheguem a acordo para o desbloqueio da próxima tranche do plano de apoio financeiro internacional à economia helénica.

As fontes citadas pela Bloomberg pediram anonimato, uma vez que as negociações estão a decorrer de forma confidencial, mas revelaram que o fundo introduzido pela Alemanha em 2008, após o colapso do Lehman Brothers, de apoio à banca, poderá ser desenvolvido para ajudar à recapitalização das entidades que sejam prejudicadas por um eventual incumprimento grego.

A existência de um 'plano B' salienta as preocupações dos responsáveis políticos alemães com a capacidade de a Grécia ultrapassar a grave crise da dívida soberana que tem, inclusivamente, ameaçado a existência da moeda única europeia.

"A Grécia está no fio da navalha", disse o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schaeuble, num encontro com deputados que decorreu na quarta-feira, à porta fechada, no dia em que a Bloomberg noticiou também, citando rumores do mercado, que a Grécia podia entrar em incumprimento já no fim de semana, algo que o ministro das Finanças grego classificou de "piada de mau gosto".

Metade dos alemães chumba Merkel na gestão da crise

Eudora Ribeiro

09/09/11 15:47

Sondagem mostra que 50% dos alemães considera que a chanceler alemã tem feito um mau trabalho a gerir a crise de dívida europeia.

De acordo com uma sondagem realizada pela FG Wahlen para a televisão germânica ZDF, metade dos alemães considera que o governo de Angela Merkel tem gerido mal a crise do euro e só 38% pensa que a chanceler tem estado bem.

O mesmo estudo revela que para mais de metade dos alemães qualquer iniciativa ao nível da homogeneização das políticas financeiras deve começar dentro dos 17 países que usam o euro, em vez de arrancar no conjunto da União Europeia a 27.

Esta 'poll' revela que 55% dos inquiridos defende que a Alemanha deve participar num projecto destes e 38% opõe-se a uma "Europa a duas velocidades".

Ao nível das competências da União Europeia, 45% dos alemães pensa que Bruxelas deve ter mais poder ao nível das políticas económicas e financeiras, 25% diz que isso não é necessário e 22% defende mesmo um papel menos preponderante.

O debate em torno de uma maior união dentro da zona euro tem marcado os últimos tempos, com os líderes europeus a esforçarem-se, com pouco sucesso, por estancar a crise de dívida. No início do mês, Merkel disse mesmo que alterar os tratados da UE "não é um tabu" se os países da união monetária cooperarem mais no sentido de criar uma "Europa mais forte".

Mesmo assim, 76% dos alemães opõem-se ao reforço do actual fundo de resgate aos países em dificuldade do euro.

A sondagem foi realizada entre os dias 6 e 8 de Setembro junto de 1.287 alemães e a margem de erro é de três pontos percentuais.

Economista chefe do BCE sai em conflito com compra de dívida

Pedro Latoeiro

09/09/11 14:20

Jürgen Stark resignou hoje aos cargos de economista-chefe do BCE e de membro do conselho executivo do banco central.

Na origem da decisão estarão, segundo avançaram duas fontes à agência Reuters, divergências em relação ao programa que permite ao BCE comprar, desde Maio do ano passado, títulos de dívida dos países da zona euro para travar a escalada dos juros dos países periféricos.

Até 2 de Setembro, o banco central já desembolsou mais de 100 mil milhões de euros em obrigações da zona euro. Só em Agosto, o BCE investiu 56 mil milhões em compra de dívida, sobretudo italiana e espanhola, intervenção que, segundo o ministro das Finanças polaco, "salvou o euro".

No documento oficial divulgado hoje pelo BCE são invocadas "razões pessoais" para esta demissão. Stark sai em definitivo da instituição no final do ano, altura em que Joerg Asmussen, vice-ministro alemão das Finanças, deverá ocupar o seu lugar.

Stark é o segundo alto dirigente germânico a sair do banco central em poucos meses. Axel Weber, que era apontado como sucessor certo de Trichet, abandonou o Bundesbank e o respectivo assento no conselho de governadores do BCE em Fevereiro, alegando também divergências em relação a este programa.

O facto de Stark ser economista-chefe do BCE foi, aliás, um dos motivos pelos quais Berlim não insistiu em propor um alemão para suceder a Jean-Claude Trichet, depois da desistência de Weber. O sucessor escolhido, que entra em funções em Novembro, é o italiano Mario Draghi.

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Portugal's jobless graduates flee to Africa and Brazil

Thousands of young unemployed professionals are escaping Portugal's crippling economic crisis by finding jobs in former colonies, such as Brazil and Angola. The reversal of traditional migration patterns is fuelling talk of a "lost generation".

Fica a intro, artigo completo e interessante a ler em:

http://www.bbc.co.uk/news/world-14716410

isso n e novidade nenhuma...

junta-lhe ai a suiça

parecem pardais LOL

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