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Papa Admite O Uso Do Preservativo

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Pela primeira vez, um Papa admite a utilização do preservativo "em certos casos", desde que "para reduzir os riscos de contaminação do vírus da sida. A declaração é de Bento XVI e, segundo a France Press, consta num livro a ser publicado na quarta-feira.

"Em certos casos, quando a intenção é reduzir o risco de contaminação [do VIH], este pode mesmo ser um primeiro passo para abrir caminho a uma sexualidade mais humana, de outra forma vazia", afirma Bento XVI.

O livro, intitulado "A luz do mundo", foi escrito por um jornalista alemão e aborda vários temas polémicos, como a pedofilia, o celibato dos padres, a ordenação das mulheres e a relação com o Islão.

Até hoje, o Vaticano sempre baniu toda e qualquer forma de contracepção, excepto a abstinência sexual, mesmo relativamente à prevenção das doenças sexualmente transmissíveis.

DN

Liberation

Devia era ter vergonha por só agora começar a ter uma posição razoável sobre este assunto.

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Devia era ter vergonha por só agora começar a ter uma posição razoável sobre este assunto.

Não só ele mas toda a Igreja Católica que esteve parada no tempo sobre este assunto (este e outros assutos mas que neste momento não são para aqui chamados).

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Devia era ter vergonha por só agora começar a ter uma posição razoável sobre este assunto.

Não só ele mas toda a Igreja Católica que esteve parada no tempo sobre este assunto (este e outros assutos mas que neste momento não são para aqui chamados).

Claro.

Eu estava a referir-me a toda a igreja católica.

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Devia era ter vergonha por só agora começar a ter uma posição razoável sobre este assunto.

Não só ele mas toda a Igreja Católica que esteve parada no tempo sobre este assunto (este e outros assutos mas que neste momento não são para aqui chamados).

Claro.

Eu estava a referir-me a toda a igreja católica.

Contudo este Papa vai ser visto como o primeiro Papa que reconheceu que a Igreja estava errada sobre assunto. Mais vale tarde que nunca.

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Onde é que eles admitiram que tarram errados ? Eles simplesmente dizem que em certos casos acham correcto.. Que certos casos ? Só tou mesmo a ver o exemplo da mulher ter hiv que o marido nao, assim já podem usar :rezingao:

Edited by WormMeteor

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Onde é que eles admitiram que tarram errados ? Eles simplesmente dizem que em certos casos acham correcto.. Que certos casos ? Só tou mesmo a ver o exemplo da mulher ter hiv que o marido nao, assim já podem usar :rezingao:

E estás à espera que a Igreja Católica diga directamente que deve usar-se o preservativo em qualquer circustância? Alterar de repente, dar uma volta de 180º e alterar todo um pensamento que já tem barbas? Este "em certos casos" já pode ser considerado um avanço e uma vitória para aqueles que diziam que a Igreja estava totalmente tapadinha sobre este assunto.

Talvez um outro Papa, noutros tempos que ainda hão-de vir dê um passo mais concreto. Mas o mais certo eu já não estar por cá.

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Ohhh yes ja se pode usar o preservativo para tocar umas pivias e não sujar as mãos :clap: :clap:

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Isto só se aplica para os padres pedófilos praticantes, ou para toda a comunidade?

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Não sei se já sabem mas esses "certos casos" são para manwhores. Todos os outros cristãos de moralidade não duvidosa ainda tem de correr o risco de apanhar o vírus ou então vão para o inferno :-...

The Pope gives the example of the use of condoms by male prostitutes as "a first step towards moralisation", even though condoms are "not really the way to deal with the evil of HIV infection".

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Este é efectivamente o primeiro milagre verdadeiro que aconteceu na igreja...

Estava a pensar o mesmo :lol:

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Mulheres-padre e celibato são os próximos tabus

Papa acabou com tabu sobre preservativo, admitindo o uso em "certos casos". Mas há ainda muitos outros tabus que movimentos católicos gostavam de ver 'abolidos'.

Com as declarações de Bento XVI sobre o uso do preservativo - considerando que é admissível "em certos casos", para evitar a transmissão de doenças como a sida - quebrou-se um dos tabus da Igreja Católica - e um dos mais criticados, sobretudo de fora. Mas restam outros, que dividem os próprios católicos: o celibato obrigatório dos padres; o papel das mulheres na Igreja ; o problema do divórcio; e o acolhimento dos fiéis homossexuais são aqueles que os católicos com quem o DN falou consideram mais urgentes.

"O que Bento XVI disse agora já devia ter dito há muito tempo", aponta Maria João Sande Lemos, do Movimento Nós Somos Igreja. O fim do celibato obrigatório dos padres é outro ponto em que acha que a Igreja está atrasada. "Não é uma regra de raiz: foi imposto no século XII e não faz sentido. Toda a gente sabe que muitos apóstolos eram casados", diz. Aliás, lembra que a Igreja já aceita padres protestantes casados, quando estes se convertem.

O teólogo Jorge Cunha refere que o que está em causa são os padres de paróquia e não o celibato em si - "porque haverá sempre pessoas que vivem a sua fé com o radicalismo do celibato". "Não é possível fazer futurologia", adverte, mas conclui que este é um tema em que pode haver mudanças.

O teólogo brasileiro Leonardo Boff também vê o fim do celibato como uma tendência para o futuro, mas não a curto prazo ou com o actual Papa. "Só com um Papa da periferia", diz o fundador da Teologia da Libertação no Brasil.

Já quanto ao papel das mulheres na Igreja, Bento XVI parece menos disposto a mudar. O Papa refere, no mesmo livro de entrevistas em que pela primeira vez admitiu a possibilidade de usar preservativo - Luz do Mundo, que será publicado em Portugal no dia 30 -, que a Igreja não tem o direito de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, mesmo que queira. E há meses o Vaticano referia-se à ordenação de mulheres como um crime sério. Por isso, Maria João Sande Lemos acredita que esta será uma mudança difícil.

"Precisamos de uma igreja muito menos discriminatória e as mulheres, como baptizadas, têm de ter acesso a todos os sacramentos", indica. E acredita que a Igreja vai ser "confrontada com a realidade e obrigada a dar um passo atrás, como foi agora nesta questão do preservativo". "Estou convencida de que é irreversível, mas não sei se estarei viva para ver."

A discriminação das mulheres também é visível, diz, "na visão pouco amistosa da sexualidade, sobretudo no que toca às questões que afectam mais as mulheres, como o planeamento familiar". "Qual é o casal católico que não usa qualquer meio de planeamento familiar", interroga-se, pedindo "um olhar descomplexado sobre a sexualidade".

Outra questão que divide os católicos e para a qual urge procurar uma solução, diz José Leote do Grupo de Homossexuais Católicos Rumos Novos, é o acolhimento dos divorciados. Para o teólogo Jorge da Cunha não é provável que exista uma modificação da norma moral: o casamento é indissolúvel. Mas "há um problemas para resolver, que é o das pessoas que falharam no seu primeiro casamento" e estão casadas em segundas núpcias. "Pode acontecer a admissão aos sacramentos. Há pessoas que sofrem muito por causa da situação em que vivem", conclui.

Por fim, o "acolhimento verdadeiro, fraterno, dos fiéis homossexuais", é uma das mudanças que José Leote põe à cabeça das suas preocupações, embora subscreva os outros temas referidos pelo movimento Nós Somos Igreja. Mas acredita que a mudança de atitude em relação aos homossexuais será mais complicada do que outras. "Este Papa tem-nos habituado a sempre que fecha uma porta abre uma janela. Vamos esperar."

Diário de Notícias

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Vocês muito gostam de criticar a Igreja. Há muito tempo que tem uma posição sobre o problema da SIDA que era o abster-se de relações. Pode ser uma opção errada, inválida, chamem-lhe o que quiserem, mas é uma posição. E pensem numa coisa: Só porque a grande maioria da população pensa de certa maneira ou faz determinadas coisas, não as torna válidas/correctas. Isso é com a consciência de cada um...

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