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Bebé De Nove Meses Morreu Fechado Dentro De Automóvel


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Bebé de nove meses morreu fechado dentro de automóvel

Um bebé de nove meses foi encontrado quinta-feira já sem vida no interior de um automóvel, estacionado numa zona residencial de Aveiro, onde alegadamente terá sido deixado pelo pai.

O carro estava estacionado na Rua de Timor, no Bairro da Forca-Vouga e terá sido o próprio pai, ao regressar à viatura, a dar com a criança inanimada.

De acordo com fonte do Comando de Operações de Socorro(CDOS) de Aveiro, o alerta foi dado pelas 13h19 e para o local foi enviada uma viatura médica de emergência e reanimação(VMER) mas a criança já estava morta.

O corpo do bebé foi transportado pelos Bombeiros Novos para a delegação do Instituto de Medicina Legal e o caso está agora a ser investigado pela Polícia Judiciária.

Pai de bebé que morreu no carro constituído arguido

Presumível autor de homicídio negligente

"O pai da criança foi interrogado e constituído arguido, sendo-lhe imputada a presumível autoria de um crime de homicídio na forma negligente", disse à Lusa Teófilo Santiago, responsável pelo Departamento de Investigação Criminal de Aveiro da PJ.

O bebé de nove meses foi encontrado já sem vida fechado dentro do carro que estava estacionado na Rua de Timor, no bairro da Forca-Vouga.

De acordo com fonte do Comando de Operações de Socorro (CDOS) de Aveiro, o alerta foi dado pelas 13h19 quinta-feira e para o local foi enviada uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER), mas a criança já se encontrava cadáver, tendo o corpo do bebé sido transportado pelos Bombeiros Novos para a delegação do Instituto de Medicina Legal de Aveiro.

O pai terá ido trabalhar e ficado de deixar a criança no infantário que frequentava, ambos localizados na zona onde estacionou o carro, mas deixou esta supostamente a dormir na viatura.

Programador informático de profissão, dirigiu-se ao emprego, ficando concentrado no trabalho, com a convicção de que já teria entregue o bebé no infantário, que terá permanecido dentro da viatura ao sol, durante cerca de três horas.

A ausência da criança no infantário terá levado um familiar a questioná-lo sobre o paradeiro da criança, tendo então regressado ao carro onde o filho já estaria inanimado.

Epah fdx... :no:

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O bebé, João Pedro, esteve várias horas abandonado no interior do Opel Corsa do pai, que tinha os vidros fechados e estava estacionado ao sol quente da manhã de ontem. Tudo indica que o bebé, que estava sentado numa cadeirinha, tenha sofrido uma insolação que lhe provocou uma paragem cardio-respiratória.

O pai da criança, um homem de 35 anos, programador numa loja de informática na Rua de Timor e residente na cidade de Aveiro, deixou o bebé dentro do carro, estacionando o veículo em frente à loja onde trabalha, pouco depois das 9.30 horas.

Deveria ter deixado o bebé, com de costume, no berçário (um estabelecimento privado que acolhe crianças de reduzida idade) que se encontra a escassos dez metros do local onde trabalha. A necessidade de ter de fazer uma tarefa profissional da loja onde trabalha levou-o a protelar a entrega do bebé, que muitas das vezes era feita pela mulher.

Uma preocupação que seria fatal. Por volta das 13 horas, recebeu uma telefonema da mulher, empregada numa óptica em Aveiro, segundo soube o JN, a perguntar o que tinha acontecido ao filho, uma vez que do berçário lhe telefonaram a dizer que a criança não tinha aparecido.

Foi o pânico, segundo contaram ao Jornal de Notícias. Saiu da loja e foi direito ao carro que estava em frente, retirando o filho inanimado e levando-o até ao berçário.

Uma equipa de emergência médica chamada ao local tentou, em vão, reanimar João Pedro.

O dono da loja de informática onde trabalha o pai do bebé disse aos jornalistas que não encontra explicação para o sucedido. "Ele é um funcionário responsável", contou sem querer identificar-se. O casal tem uma filha mais velha.

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Um simples acto de irresponsabilidade levou a que perdesse o filho, muito provavelmente o casamento e ainda vai ser chamado perante a lei.

Basicamente, um simples acto, arruinou-lhe por completo a vida.

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simples acto o crl Revenge.. simples acto é esquecer-se do telemovel no carro não do filho.

Esquecer-se do telemóvel não é acto de irresponsabilidade.

Do filho é...

Ele é o Pai do filho, é responsável por ele. E como tal cometeu uma irresponsabilidade. Por outras palavras, não foi responsável, por alguém que deveria ter sido.

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Logo não ser um simples acto

É simples, porque não fez nada de complicado.

A única coisa que fez, foi deixar o puto dentro do carro. Isso é um simples acto.

Agora se me tiveres a faalr em termos de responsabilidade, ai sim, com um simples acto cometeu uma irresponsabilidade do tamanho do mundo :)

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Acho que [quase] todos estamos de acordo quando dizemos que é impossível esquecer um filho no carro. Esquecer esquecemo-nos de coisas, nunca de seres humanos!

Contudo, achei curiosa uma frase do Rogério Alves, entrevistado à hora do almoço na SIC, quando ele diz algo do género que às vezes estamos tão empenhados na nossa rotina diária, que nos esquecemos do que é mais importante. E isto dá panos para mangas!

Até que ponto estamos nós empenhados em ganhar o sustento para a família? Que fazer aqueles patrões que são muito exigentes na dedicação, tempo e atenção que requerem dos seus empregados? Estamos em crise e acaba por ser 'natural' fazer o que está ao nosso alcance para segurar o emprego...

Não vou cair na tentação fácil de criticar o pai.

Esse, por certo já tem o seu 'castigo', um bem pesado, por sinal...

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Também ouvi essa entrevista. O castigo sem duvida nenhuma é pesado e também é fácil criticar é verdade, mas desresponsabilizar também não me parece o caminho certo.

Claro, por algum motivo ele foi constituído arguido...

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FDX! eu nem sei o que diga.

O homem não podia tar bem.... e agora é que não tá mm.

Eu nao o vou cruxificar, mas é quase inacreditável uma coisa destas.

Eu desde que tenho o meu filho tenho um cuidado incrivel a conduzir, nunca me esqueço que ele vai no carro.

Pra terem uma ideia eu de santarem a lisboa (65 km) se for sozinho demoro 25 minutos, se for com ele chego a demorar hora e meia. E ele já tem 10 anos.

Ter um bébé com 9 meses dá mto trabalho, deixa qq pessoa estoirada ... olhem não consigo mm dizer mais nada.

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Também ouvi essa entrevista. O castigo sem duvida nenhuma é pesado e também é fácil criticar é verdade, mas desresponsabilizar também não me parece o caminho certo.

Sim, mas o Pai da criança não é nenhum criminoso... De certeza absoluta que ele não o fez de propósito nem era intenção dele matar o filho de 9 meses.

Simplesmente foi Irresponsável e foi para o emprego a pensar que já tinha deixado a criança no infantário, quando na realidade a deixou no carro.

Muitas vezes nem é só irresponsabilidade, o próprio stress diário da vida, a rotina do trabalho podem levar a cosias destas acontecer. As pessoas andarem aéreas e nem saberem bem o que andam a fazer.

Eu tenho a certeza que ele não o fez de propósito. Mas que foi um acto de pura irresponsabilidade, isso foi...

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Tal como a palavra indica, esquecer é não se lembrar que determinada coisa está lá naquele sítio.

ESQUECEU-SE...

O problema é que foi do filho que ele se esqueceu.

Não queria estar na pele do homem, não pelas consequências objectivas que este esquecimento terá, mas pela cruz que vai carregar pela vida toda, isto se não der entretanto um tiro na cabeça.

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Guest Walt Sousa
Sim, mas o Pai da criança não é nenhum criminoso... De certeza absoluta que ele não o fez de propósito nem era intenção dele matar o filho de 9 meses.

Perante a lei ele é criminoso, sim senhor.

E neste caso em particular falamos de Homicídio por negligência. E não é de dolo (com intenção de o cometer) por isso é só de negligência (acto negligente; descuido). Foi o que ele cometeu. Ao esquecer-se do bebé é devido a esse esquecimento que causa a sua morte. Portanto dizer que ele não é nenhum criminoso é estar a fugir à verdade. Outra coisa completamente diferente é dizer que ele cometeu esse crime porque queria, de livre vontade. Porque se o quisesse e o planeasse já estaríamos perante o homicídio doloso ou voluntário. ;)

Edited by Walt Sousa
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FDX! eu nem sei o que diga.

O homem não podia tar bem.... e agora é que não tá mm.

Eu nao o vou cruxificar, mas é quase inacreditável uma coisa destas.

Eu desde que tenho o meu filho tenho um cuidado incrivel a conduzir, nunca me esqueço que ele vai no carro.

Pra terem uma ideia eu de santarem a lisboa (65 km) se for sozinho demoro 25 minutos, se for com ele chego a demorar hora e meia. E ele já tem 10 anos.

Ter um bébé com 9 meses dá mto trabalho, deixa qq pessoa estoirada ... olhem não consigo mm dizer mais nada.

SÓ PODE TER SIDO ISSO X2

mas fdx ... nem sei

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Sim, mas o Pai da criança não é nenhum criminoso... De certeza absoluta que ele não o fez de propósito nem era intenção dele matar o filho de 9 meses.

Perante a lei ele é criminoso, sim senhor.

E neste caso em particular falamos de Homicídio por negligência. E não é de dolo (com intenção de o cometer) por isso é só de negligência (acto negligente; descuido). Foi o que ele cometeu. Ao esquecer-se do bebé é devido a esse esquecimento que causa a sua morte. Portanto dizer que ele não é nenhum criminoso é estar a fugir à verdade. Outra coisa completamente diferente é dizer que ele cometeu esse crime porque queria, de livre vontade. Porque se o quisesse e o planeasse já estaríamos perante o homicídio doloso ou voluntário. ;)

Para mim um criminoso é alguém que comete um acto criminoso voluntariamente.

Quer dizer, eu se for a conduzir e tiver um acidente de culpa minha, um acidente tal como acontece aos milhares todos os anos...

Mas se por acaso nesse acidente, haver a infelicidade de uma pessoa morrer.

Faz de mim um criminoso?

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Um simples acto? Mas fdx, mas os pais que andam por aqui pelo fórum, é normal esquecerem-se dos filhos dentro do carro?!?

A resposta simples é não. Aliás, isso nem sequer é pergunta, pq se há coisa que nós os Pais nunca nos esquecemos é dos filhos, as chaves, o telefone, a carteira são bens que pode acontecer o esquecimento, os filhos de maneira alguma.

Eu sinceramente sinto-me profundamente chocado, não pelo aparente esquecimento, mas pelo simples facto de um bebé de 9 meses que o individuo deixou sozinho no carro, mesmo que inicialmente por uns minutos. Nem que seja para parar o carro à porta da padaria entrar e comprar o pão e voltar para o carro, o filho/a nunca fica sozinho, vai tb, por todas as razões e mais algumas.

Simplesmente não aceito o acto em causa.

B)

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