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Donovan

Jean Michel Jarre Em Portugal

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Concertos agendados para Lisboa e Porto.

Jean Michel Jarre actua em Portugal no próximo mês de Abril.

A 25 de Abril, o músico francês actua no Coliseu de Lisboa. Dois dias mais tarde, passa pelo Coliseu do Porto. Ambos os concertos se realizam em celebração do 30º aniversário do álbum Oxygène .

Em Lisboa, e de acordo com a página do Coliseu dos Recreios , os bilhetes custam entre 25 euros e 225 euros.

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Já comprei bilhete para o Porto. 27 de Abril de 2008 pelas 21:30. Balcão Popular Central - 30.00€

Acho estranho este evento não estar a ser devidamente divulgado... É a primeira vez que este génio da música vem a Portugal e não se ouve falar nada.

Se fosse o Tony Carreira já estava a dar o anúncio na televisão... É triste

Um abraço a todos

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Já comprei bilhete para o Porto. 27 de Abril de 2008 pelas 21:30. Balcão Popular Central - 30.00€

Acho estranho este evento não estar a ser devidamente divulgado... É a primeira vez que este génio da música vem a Portugal e não se ouve falar nada.

Se fosse o Tony Carreira já estava a dar o anúncio na televisão... É triste

Um abraço a todos

Isso é da competência da promotora do evento em conformidade com as ordens da editora.

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Para a semana vou comprar os meus bilhetes :y:

Luke

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O novo Album do Oxygene :eek:

Tem som 5.1 e o DVD tb tras a versão 3D :y:

Imprescindivél :y:

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Luke

Edited by Luke

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Já fui um grande fã do Jean Michel Jarre, daqueles que compra os discos todos, etc. Lembro-me perfeitamente de momentos memoráveis que o homem criou, nomeadamente aquele brutal concerto na La Defense em Paris com alguns milhões de espectadores a assistir. O Concerto em Houston foi incrível e o das docas de Londres com o Industrial Revolution e aquela participação do Hank Marvin dos Shadows e o coro com colectes salva-vidas porque estavam estacionados sobre uma plataforma flutuante...

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Já fui um grande fã do Jean Michel Jarre, daqueles que compra os discos todos, etc. Lembro-me perfeitamente de momentos memoráveis que o homem criou, nomeadamente aquele brutal concerto na La Defense em Paris com alguns milhões de espectadores a assistir. O Concerto em Houston foi incrível e o das docas de Londres com o Industrial Revolution e aquela participação do Hank Marvin dos Shadows e o coro com colectes salva-vidas porque estavam estacionados sobre uma plataforma flutuante...

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Mais tarde o homem passou-se completamente. Segundo julgo saber, teve vários problemas familiares, nomeadamente com o filho, etc. Esteve alguns anos sem aparecer e quando voltou vinha completamente transfigurado em relação à música. Tentou aproximar-se dos sons electrónicos comuns e perdeu o carisma. Daí que tenha depois recuperado uma das imagens de marca que ficará para sempre marcada na sua música - Oxygene.

Gosto pouco do trabalho actual dele. É uma espécie de compositor moribundo que vive muito do que conquistou nos tempos áureos. Se fosse aqui à 12 anos atrás, era bem capaz de ir ao fim do mundo para assistir a um concerto dele. Actualmente apenas fico satisfeito de saber que o gajo ainda não morreu e que, finalmente, vem a Portugal para um concerto, uma vez que já não é a primeira vez que cá vem, mas sempre para pequenos eventos.

Apesar de concordar ctg, uma vez que sem dúvida o génio dele era bastante superior antes desses problemas todos, ele fez para mim uma das melhores músicas dele durante os problemas q é a Oxygene 8 que foi editada em 97 no Oxygene 7-13. Adoro e acho a música genial.

Já agora para quem não conheçe o trabalho dele consulte a Wiki Jean

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É já amanhã!!!! Lá estou eu no Coliseu!!!! :-..

Em LX foi assim...

É com um «Boa noite Lisboa!» em perfeito português que Jean Michell Jarre se estreia com um concerto em Portugal. Uma saudação não em palco; em pleno centro do Coliseu dos Recreios. É com esta energia que o compositor francês corre para junto dos teclados dos imensos sintetizadores espalhados pelo cenário e lança a apresentação do remisturado «Oxygene».

Uma apresentação que começa sem música. Continua em palavras. São 30 anos que se celebram da edição do disco com um crânio a emergir do centro da Terra e a digressão é solene. Mas a breve introdução não quebra a ânsia de um Coliseu esgotado que já começava a ficar impaciente. Antes a estimula.

A energia é puxada por Jean Michel Jarre tanto com as palmas que pede desde logo como com as palavras evocativas do histórico álbum e de uma Revolução de Abril quatro anos mais velha. O músico francês sabe que toca em Lisboa em dia feriado significativo e está determinado a fazer a sua parte para que a Nação também o recorde.

O oxigénio libertado há 30 anos espalha-se pela sala lisboeta através dos mesmos instrumentos com que Jean Michel Jarre compôs um disco com seis partes, mas que vão todas no mesmo sentido.

A diferença é que no estúdio havia um gravador de oito pistas que lhe permitiu fazer tudo sozinho. Esta noite, como em toda a digressão, Dominique Perrier, Claude Samard e Francis Rimbert dão o suporte necessário a que esse sentido, na altura tido pelo menos como inovador, seja de novo ouvido, agora como actual ou visionário.

Uma exuberante Parte IV

Os elementos, eternos por enquanto, emanam em forma de sons de um cenário simples cujo pulsar é mantido pela dança do compositor francês com os teclado ou passagens pelo Theremin.

A vida em forma de música é saboreada com exuberância de um lado e do outro. O oxigénio sente-se como nunca na Parte IV quando um espelho desce do tecto e projecta as ilhas de teclados para a sala enquanto as cores dominam em fundo.

A vida animal fecha um ciclo de uma hora e meia como um dos sentidos últimos para as gotas de água, o vento, todo o ambiente que se foi saboreando e que, ironicamente, esta noite tem um fim para a música avidamente respirada por uma massa devota ou simplesmente reconhecida por qualquer espectador de uma visão televisiva com o azul do Planeta em fundo.

Chega ao fim mais um dia do ciclo terminado com três encores de regressos ao palco só para agradecimentos, aparentemente sem mais nenhuma gota para cair. Mas só aparentemente, pois é de evitar nova Revolução. E cai. Mais um «Oxigene». Desta vez adornado com um cravo branco. Desta vez o «13», a desejar melhor sorte para a causa.

Edited by PunK_BoY

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Não acredito que seja um concerto para estares sentadinho, mas amanhã direi ;)

Hoje à noite, já tenho "esquema" :D

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Bem... acabadinho de chegar do concerto. Foi uma honra, um prazer ver este homem ao vivo. No fim ele deixou uma promessa... "i will return and next time it will be outdoor!". Cá estaremos! Amanhã ponho aqui uns filmes.

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Afinal, foi um concerto mesmo daqueles em que se está sentadinho e quietinho a ouvir o mestre a "mexer" nas máquinas.

Um concerto, de facto, muito, intimista, fez-me lembrar, por momentos, o unplugged dos nirvana. Soube a pouco.

Fica a promessa de um regresso...

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Já fui um grande fã do Jean Michel Jarre, daqueles que compra os discos todos, etc. Lembro-me perfeitamente de momentos memoráveis que o homem criou, nomeadamente aquele brutal concerto na La Defense em Paris com alguns milhões de espectadores a assistir. O Concerto em Houston foi incrível e o das docas de Londres com o Industrial Revolution e aquela participação do Hank Marvin dos Shadows e o coro com colectes salva-vidas porque estavam estacionados sobre uma plataforma flutuante...

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Edited by Walt Sousa

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Bem pessoal... cá estou eu depois de assentar daquele magnifico espectáculo em que o mestre da música electrónica mostrou realmente que quem sabe nunca esquece. Depois de uma entrada pelo meio da plateia, perdeu alguns momentos a explicar o conceito do espectáculo, os instrumentos e o facto de serem instrumentos da década de 60/70 e outros ainda mais antigos. Pena a voz off que estava a traduzir o que ele dizia mts vezes não o fazia com precisão. Safava-se quem percebia inglês.

Após alguns minutos a afinar os instrumentos com diversos sons que mal começaram pura e simplesmente me arrepiaram todo, eis que seguidamente e sem qq interrupção inicia com Oxygene I... começou o show. Este foi fiel ao albúm mas aqui e ali notavam-se algumas alterações e diferenças relativamente ao original. Uma música tocada toda no escuro em que apenas as luzes (psicadélicas) dos instrumentos se mostravam.

Passa para Oxygene II onde se nota a primeira onda de calor vinda do público mais descontraído, uma vez que para quem não conheçe a obra é esta a primeira música mais conhecida. Jean Michel puxa pelo público que numa primeira instância responde de facto, mas que na minha opinião ficou, ao longo de todo o espéctaculo um bocado longe daquilo que eu esperava e de certeza do que ele também esperava pq muitas vezes ele puxava e apenas havia feedback durante alguns segundos. A mim era dificil parar de bater palmas qnd o que me apetecia era pôr-me de pé e bater palmas ritmadamente ao longo de toda a música.

Entra Oxygene III e eis que abre uma cortina atrás e deixa transparecer um painel cor de laranja e ao mesmo tempo começa a descer um espelho enorme inclinado por cima dos músicos que nos permite ver como se mexem naquela imensidão de teclados e instrumentos.

É tempo então de saltar da Oxygene III para IV. Após um momento de ligação eis que surge o trecho mais conheçido de Oxygene. Aí sim o público bate palmas e levanta-se cantarolando esta mágnifica música. De ínicio ao fim o pézinho sempre a bater, e a sonoridade a entrar no ouvido acompanhado pela óptima acústica do coliseu que apesar de não ter colunas atrás de nós parecia que estava num concerto 5.1. Numa palavra... DIVINAL.

Passa para Oxygene V, (onde começa a ser projectado um vídeo renderizado do planeta terra e da caveira que fazem a capa do albúm),que se mostra mt fiel ao original, para depois passar para a mistura de sons quentes e ritmados de Oxygene VI.

Após as despedidas, o público exige um encore que o tem, mas sabe a pouco... muito pouco. Apenas uma música. Pouco para quem deu tanto dinheiro pelo bilhete. Apesar da instistência do público, Jean Michel volta mas apenas para agradecer mais uma vez e deixar uma certeza... que vai voltar para agora ao ar livre. Espero que sim pq nesse dia lá estarei para ver um dos seus míticos concertos ao ar livre!

A favor: Excelente concerto onde mostra que quem sabe nc esqueçe. Oxygene ao vivo é de facto uma experiência de sentidos e emoções para os mais velhos e para os mais novos. Cá se espera o concerto ao ar livre para ouvir Equinoxe, Rendez-vous, Zoolook entre outros :D

Contra: Preço do merchandising (35€ uma t-shirt e 20€ o programa... vai lá vai!)

Público um bocado amorfo, mas como o Camurso disse este foi um concerto numa vertente mais intimista

Quería mais :P e principalmente quería a Oxygene VIII :D

Daqui a bocado meto aqui os video do concerto. Para já.. umas fotos de Lx.

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Edited by PunK_BoY

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Demorou... mas mais vale tarde que nunca.

A qualidade não é nada de mais pq foi com o telemóvel mas dá para ter uma ideia. :D

;)

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