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doctore

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  1. Eu acho que esse artigo (como já é normal no David Emmet) resumiu perfeitamente a situação. A melhor hipótese na minha opinião era o Miller, porque ele é rápido e porque penso que o seu estilo de condução lhe permite adaptar-se muito melhor à KTM do que o Zarco conseguiu este ano. Mas isso, neste momente, é quase impossível. Digo quase, porque os contratos valem o que valem. Havendo possibilidade acredito que a Ducati não se importasse de contratar de novo o Lorenzo. O Miguel era uma excelente opção, mas como o Perks disse, está confirmado na Tech 3. Caso a KTM decida pela promoção à equipa de fábrica, isso causaria um grande problema para a Tech 3, que no próximo ano poderia estar a correr com dois pilotos sem experiência.
  2. doctore

    Dúvida Excel

    Ignorando a questão se o Excel é a melhor solução para este problema, para obter a diferença entre a "data de hoje" e uma data qualquer podes usar a função a função TODAY() (ou HOJE(), se a linguagem do sistema for PT) e simplesmente subtrair a outra data: =TODAY()-A2 Onde "A2" é a célula com a outra data. O resultado será a diferença em dias entre as duas datas. Para que as alterações efectuadas por vários utilizadores sejam partilhadas, podes simplesmente guardar o Excel como "partilhado" (Shared workbook) e guardar numa localização à qual os diferentes utilizadores tenham acesso. Set up a shared workbook 1. Click the Review tab. 2- Click Share Workbook in the Changes group. 3. On the Editing tab, click to select the Allow changes by more than one user at the same time. ... 4. In the Save As dialog box, save the shared workbook on a network location where other users can gain access to it. Todos os utilizadores acedem ao mesmo ficheiro e fazem as alteraões que desejarem. Quando um dos utilizadores guardar as suas alterações irá receber um aviso caso existam alterações pendentes feitas por outros utilizadores. Depois.... Boa sorte a resolver os conflitos
  3. Adeus Gasly! Olá Albon! Duas semanas após confirmar que as formações iriam manter-se até ao final da temporada, eis que a Red Bull troca o Gasly pelo Albon já a partir da próxima prova. Albon replaces Gasly at Red Bull from Spa WWW.MOTORSPORT.COM Toro Rosso Formula 1 driver Alexander Albon will join the main Red Bull team from the Belgian Grand Prix onwards, replacing Pierre Gasly.
  4. Aí está o comunicado oficial da KTM. Não falta lá a, nada subtil, alfinetada: A equipa foi incansável nas tentativas de adaptar a moto às caracteristicas (incluindo desejos/requisitos) do Zarco. Enquanto durante este tempo, o Pol entrava várias vezes na Q2 e lutava frequentemente por posições nos 10 primeiros. TAU?
  5. Durante o fim-de-semana, rumores a circular no padock colocavam o Lorenzo na Pramac, com um contrato de fábrica e indicavam que o Miller não estava muito contente com a forma como a Ducati estava a gerir toda a situação. Talvez os rumores não sejam tão descabidos. O site speedweek.com noticia que o Zarco vai sair da equipa oficial da KTM no final da temporada (talvez mesmo, ainda durante esta temporada). O Miller é um dos favoritos a substituir o francês. Caso o Miller já tenha assinado o contrato com a Ducati para o próximo ano, isto pode abrir a possibilidade para o Miguel subir à equipa de fábrica.
  6. Não sei se colocaram aqui a notícia, mas a KTM confirmou a presença no mundial de MotoGP até (pelo menos) 2026, ao mesmo tempo que anuncia a saída do mundial de Moto2. São boas notícias para o Miguel, cujo objetivo para 2021 deve ser o de integrar a equipa de fábrica. Apesar da saída da classe intermédia, a KTM vai continuar a relação com a antiga equipa do Miguel Oliveira, a Ajo Motorsport. https://www.motorsport.com/motogp/news/ktm-announces-moto2-exit-motogp-extension/4511913 Quanto à corrida de hoje, muito bom resultado do Miguel, em casa da KTM e da Red Bull. Este resultado deve-se também ao trabalho do Pedrosa que esteve recentemente a testar durante 3 dias nesta mesma pista. Segundo os pilotos da equipa de fábrica, o seu trabalho tem sido muito importante para o desenvolvimento da KTM. Não só no teste de componentes novas, mas também na própria afinação da moto. Agora que ele está finalmente recuperado, vamos ver se a KTM consegue aproximar-se ainda mais das outras marcas. Já agora, porque não!? 😛
  7. ^ Penso que essa situação esteja contemplada na Lei 11.4: Link para o documento completo https://img.fifa.com/image/upload/khhloe2xoigyna8juxw3.pdf
  8. Eu percebo, mas na minha opinião são manobras diferentes. Na ultrapassagem do Norris, quando eles estão no vértice da curva, os carros já não estão lado a lado. Aproximadamente aos 2m:08s o Norris já tem o carro à frente e é impossível ao Kimi recuperar. Já na ultrapassagem do Verstappen, eles estão lado a lado no vértice da curva e continuam lado a lado até o Max lhe negar o espaço. O Leclerc dá-lhe amplo espaço no interior da curva, mas o Max simplesmente faz uma trajectória como se o Leclerc não estivesse lá. Há quem chame a isto "hard but fair" mas eu sou da opinião que os pilotos têm de deixar espaço para o carro que está ao lado. Isto não é nada de novo, Eu lembro-me do Schumacher fazer isto ao Montoya e ao Frentzen. Do Hamilton fazer isto ao Rosberg. Do Ricciardo fazer isto a um sem número de pilotos. Apenas acho que são manobras desnecessárias e que era tempo da FIA passar uma mensagem aos pilotos que isto tem que acabar. Nas palavras do Alonso: You always have to leave a DA space. 😂
  9. Edit: Aí está a decisão. Não há penalização para o Verstappen. Mas é uma vergonha ter que esperar horas para saber o resultado de uma corrida. Primeira vitória para a Honda na era dos híbridos.
  10. O problema é que com a controvérsia do GP do Canadá e as decisões passadas (GP da Alemanha entre o Rosberg e o Verstappen por exemplo), os comissários estão agora numa posição complicada. Na volta anterior, o Max tentou a mesma manobra e deixou espaço ao Leclerc por fora. Na segunda tentativa não deixou, e os regulamentos são claros neste aspeto. Caso decidam pelos 5 segundos de penalização, o Max só se pode queixar de dele próprio: Tinha a porta aberta e tinha o DRS na saída da curva. Apenas precisava de fazer a curva normalmente.
  11. Estou curioso para ver qual vai ser a decisão dos comissários.
  12. Um conjunto de fatores contribuiu para a Williams chegar a esta posição: desde a saída do Frank Williams e do Patrick Head, uma direção da equipa técnica à deriva na última década, o pouco investimento em R&D, a forma como os direitos comerciais são distribuídos pelas equipas, negociado pela última vez em 2012, e que agora é umas das razões para a falta de €€ da Williams. Mas talvez a principal razão, e aquela que torna a Williams tão especial, é o facto de a equipa não aceitar tornar-se uma equipa "B". A Williams está neste momento no meio de grandes construtores (Ferrari, Mercedes, Renault), da Red Bull e da McLaren e de um conjunto de equipas "B": Toro Rosso (Red Bull), Haas (Ferrari) Alfa Romeo (Ferrari) e Racing Point (Mercedes). Se por um lado é impossível competir com os construtores que basicamente têm um orçamento quase ilimitado, as equipas "B", mesmo com um orçamento comparável ao do da Williams, beneficiam das sinergias com as equipas "A", em termos de trocas de tecnologia, staff e mesmo pilotos. Por exemplo, a Toro Rosso é usada pela Red Bull para preparar os pilotos antes destes se sentarem ao volante dos carros da Red Bull. A Haas diz-se que corre com o carro da Ferrari do ano anterior. A Alfa Romeo é também usada pela Ferrari como uma equipa de testes para os seus pilotos mais jovens, no ano passado com o Leclerc e com o Giovinazzi este ano. É verdade que já nos anos noventa a Williams apresentava um orçamento muito inferior aos da Ferrari e mesmo McLaren mas agora os problemas orçamentais são tantos que a Williams não consegue preparar os carros a tempo para as sessões de testes de pré-temporada, não consegue pagar a pilotos pelo que tem que "vender" o volante a quem der mais (Stroll, Sirotkin, Maldonado, Kubica). O "inicio do fim" acho que foi em 1998 com a entrada em vigor do Pacto de Concórdia 1998-2007 e do acordo para a distribuição dos direitos comerciais pelas várias equipas. Apesar de a parceria com a BMW no inícios da década de 2000 ter escondido um pouco as dificuldades da equipa fruto da perda do dinheiro das tabaqueiras, a verdade é que, se olharmos com atenção para os resultados dos últimos 15 anos, apercebemo-nos que estes maus resultados são a norma e não a excepção num palmarés outrora brilhante. Desde 2004 a Williams venceu apenas uma corrida. Foi em 2012 quando as primeiras 7 corridas foram ganhas por 7 pilotos diferentes (a chamada lotaria da Pirelli). Há 5/6 anos atrás a Williams terminou em 3º no mundial de construtores (2014 e 2015) mas esses resultados deveu-os em grande parte à enorme vantagem dos motores Mercedes sobre a concorrência no inicio da era dos híbridos. Se por um lado é verdade que o dinheiro não é sinónimo de performance (por exemplo a Toyota e a Honda nos anos 2000) a verdade é que neste momento é impossível para a Williams competir com as equipas da frente. A única esperança na minha opinião é que a FIA ponha um travão e force as equipas a aceitar um limite nos orçamentos já a partir de 2021. Até lá, acho que vai ser difícil, ou mesmo impossível, à Williams sair da posição em que está. -------------------------------- Confirmada a penalização para o Hamilton. Vai sair em 5º.
  13. Pena os problemas para o Vettel, pois esta é uma das melhores oportunidades para a Ferrari vencer uma corrida. Caso o Hamilton seja penalizado vai ser uma grelha de partida interessante com o Hamilton em 5º e o Vettel em 9º
  14. O #8 não precisa da vitória para assegurar o titulo de campeão. São campeões se ficarem nos 7 primeiros, independentemente do resultado do #7.
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